
Vitórias de Serys, Taques e Selma foram consideradas surpresas das urnas nos pleitos com duas vagas para Senado
Marcada por surpresas nas urnas, a eleição de duas vagas para o Senado em Mato Grosso se tornou tradicionalmente espécie de cemitério de político favorito.
Foi assim nos pleitos de 2002, 2010 e 2018 e tudo indica que as eleições de 2026 também reservarão surpresas para a segunda vaga.
Em 2002, Jonas Pinheiro ficou com a primeira cadeira. Serys Slhessarenko surpreendeu a todos, ganhando a segunda vaga e deixando de fora o então favoritíssimo Dante de Oliveira, que havia deixando o cargo de governador para concorrer ao Senado.
Em 2010, a surpresa foi a eleição de Pedro Taques, que ficou com a segunda vaga e, Blairo Maggi, com a primeira, impondo derrota a Antero de Barros e a Carlos Abicalil.
No pleito de 2018, a primeira vaga foi conquistada pela juíza Selma Arruda, uma surpresa e, a segunda, por Jayme Campos. Saíram derrotados, entre outros, Carlos Fávaro (que veio a ganhar a eleição suplementar de 2020 com a cassação do mandato de Selma), Adilton Sachetti e Nilson Leitão.
Para o 2026, quando os eleitores vão escolher de novo dois senadores, se colocam como pré-candidatos Mauro Mendes, Jayme Campos, Carlos Fávaro, Zé Medeiros, Pedro Taques e Janaina Riva. E quem poderá ser a surpresa da vez?

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