Avallone justifica atraso na liberação e pede fim de briga por emendas da ALMT

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O deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) minimizou às reclamações de boicote ao pagamento de emendas parlamentares aos integrantes da “oposição”  e sinalizou que está encampado em hamonizar a relação entre a deputada Janaina Riva (MDB) e o chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União Brasil). Ambos trocaram farpas recentemente por divergências.

Questionado nesta quarta-feira (07), se de fato o Governo de Mato Grosso tem deixado de pagar emendas, Avallone, que lidera a articulação para liberação dos pagamentos, justificou que foram pagos em 2025, cerca de R$ 63 milhões, sendo R$ 13 milhões deste ano e mais R$ 50 milhões do ano passado. Para ele, ainda há impasses quanto à falta de orçamento, mas que deve ser pago até final do ano. Além disso, frisou que a atual gestão sempre esteve disposto à atender as emendas impositivas, enquanto em outras, embora impositivas, não havia pagamento.

Rodinei Crescêncio

“Este ano, foram pagos R$ 12 milhões a 13 milhões de emendas de 2025  e foram pagas quase R$ 50 milhões de emendas de 2024, que foram pagas em 2025, que ficaram empenhadas e no final do ano não deu tempo para fazer todos os pagamentos. Aí tem erro de governo, erro de secretaria e erro dos próprios deputados no encaminhamento das propostas”, indicou.

Sobre a exposição de Janaina, de reclamar que foi informada de que não teria emendas pagas e rebatida por Fabio, o deputado Avallone se esquivou de polemizar, mas se revelou que tem conversado com a dupla para amenizar os ânimos: “Eu não vou entrar na briga dos dois. Eu não vou entrar em quem está certo e quem está errado. Isso aí, eles vão se entender no momento certo”.

“Acho que essa briga não é boa. Não é uma coisa boa para nós, nem para a Assembleia e muito menos para o governo do Estado […] Eu estou trabalhando com os dois para que a gente faça um entendimento nesse assunto e pare por aí essa confusão que já foi longe demais”, emendou.

A partir da confusão, a emedebista é vista pelo Palácio Paiaguás como uma parlamentar de oposição. Ela projeta disputa às eleições de 2026, tendo como preferência uma das duas vagas ao Senado, mas também é cotada para o Governo do Estado, por alcançar  bom desempenho nas pesquisas.

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Link da Matéria – via RD News

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