Ex-vereador de VG é um dos investigados por desvio de R$ 22 mi; veja lista de alvos

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O ex-presidente da Câmara de Vereadores de Várzea Grande, Gonçalo Ferreira de Almeida – popularmente conhecido como “Pente Fino” -, também foi um dos alvos da Operação Poço Sem Fundo , deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (08). Ao todo, a operação cumpriu mandados contra seis empresas e 23 pessoas – veja a lista completa no final da matéria.

Conforme já publicado pelo , além dele, foram alvos : o ex-presidente da Companhia Mato-Grossense de Mineração (Metamat), Juliano Jorge Boraczynski, e o ex-deputado estadual e atual diretor-administrativo da autarquia, Wagner Ramos, além do diretor-técnico da companhia, Francisco Holanildo Silva Lima. Montagem: PJC/VGN

O ex-presidente da Câmara de Vereadores de Várzea Grande, Gonçalo Ferreira de Almeida, popularmente conhecido como “Pente Fino”

A operação, conduzida pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), iniciou após denúncia feita pelo Governo de Mato Grosso, e resultou na identificação de um grupo instalado na Metamat desde o ano de 2020, que fraudava a execução de contratos para perfuração de poços artesianos. 

As diligências iniciaram após a Deccor ser acionada e informada das auditorias realizadas pela Controladoria Geral do Estado (CGE), que apontaram prejuízo de pelo menos R$ 22 milhões, em razão de desvio de valores.

Veja todos os alvos da operação: Tecnopoços Perfurações de Poços Artesianos – empresa alvo de sequestro de bens móveis e imóveis e bloqueio de valores; Uniko Engenharia – empresa alvo de sequestro de bens móveis e imóveis e bloqueio de valores; Construtora Santa Lúcia – empresa alvo de sequestro de bens móveis e imóveis e bloqueio de valores; P.M Bonini – empresa alvo de sequestro de bens móveis e imóveis e bloqueio de valores; JM Perfurações de Poços Artesianos – empresa alvo de sequestro de bens móveis e imóveis e bloqueio de valores e suspensão do exercício de atividade; FR Engenharia e Poços (empresa alvo de sequestro de bens móveis e imóveis e bloqueio de valores;  Wagner Ramos – ex-deputado estadual e membro da diretoria da Metamat submetido a suspensão do exercício de função pública;  Francisco Holanildo Silva Lima – membro da diretoria da Metamat submetido a suspensão do exercício de função pública; Gleice dos Santos Reis – servidora pública submetida a suspensão do exercício de função pública; Wilce Aquino de Figueiredo  – servidora pública submetida a suspensão do exercício de função pública; Gustavo Sampaio de Siqueira – servidor público submetido a suspensão do exercício de função pública; Izaías Mamoré de Souza – servidor público submetido a suspensão do exercício de função pública; Ismael Martinho de Souza Ramos – servidor público submetido a suspensão do exercício de função pública; Monadia Escobar Alencar – servidora pública submetida a suspensão do exercício de função pública; Juliano Jorge Boraczynski – ex-diretor presidente da Metamat submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Gonçalo Ferreira de Almeida – ex-servidor da Metamat submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Renata Rhaiana Padilha  – ex-servidora da Metamat submetida a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Juliane Fortunato Barroso  – ex-servidora da Metamat submetida a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Wilson Menezes Coutinho  – ex-servidor da Metamat submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; André Luiz Gonçalves de Araújo  – ex-servidor da Metamat submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Rafael Francisco Pinto  – ex-servidor da Metamat submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual. Willian Gomes Beatriz  – empresário submetido a a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Ísis Caroline Beatriz Jacobi  – empresária submetida a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Ricardo Antônio Fontana  – empresário submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Raul Barros Ribeiro  – empresário submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Plínio Márcio Bonini  – empresário submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Jobar Oliveira Rodrigues  – empresário submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Cristiane Pirelli de Almeida – empresária submetida a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual; Eduardo Arruda Monteiro da Costa  – empresário submetido a medidas cautelares diversas à prisão, como determinação de auditoria pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), suspensão de pagamentos às empresas ilegalmente beneficiadas, proibição de contratar com o poder público e impedimento de nomeação ou contratação dos investigados no poder público estadual.

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Link da Matéria – via RD News

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