Ranalli quer Wellington ao Governo de MT e dobradinha União-PL para Senado

Imagem

O vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), defendeu que o partido tenha um nome na composição de disputa ao Governo do Estado nas eleições de 2026, seja como cabeça de chapa ou na vice-governadoria, diante da possibilidade de um arranjo político entre PL e Republicanos . Ele expôs apoio ao senador Wellington Fagundes (PL), como cabeça de chapa, contudo, conforme tem sido cotado a possibilidade da vereadora Samantha Iris (PL), compor com o atual vice-governador , Otaviano Pivetta (Republicanos), sinalizou não se opor.

No entanto, Ranalli confessou que as articulações dessa magnitude ficarão distantes das vereança, mas tratou de traçar um cenário que pode fortalecer o partido. Ele considera o governador Mauro Mendes (União Brasil)  tem grande força para conseguir emplacar o sucessor, onde tem a preferência por seu aliado, Pivetta. Assim, o PL precisaria intensificar suas tratativas e claro, existir um recuo de Wellington Fagundes, que tem  vaga no Senado até 2030.

Rodinei Crescêncio

“Vejo como positiva [essa possível aliança entre PL e Republicano], até porque a gente já tem o time do Mauro. Eu considero o Pivetta como do time do Mauro, é o vice-governador e provavelmente encabeça a candidatura a governo no próximo pleito, particularmente, eu fico triste porque eu queria que o 22 fosse cabeça de chapa, que o Pivetta então viesse para o PL, porém se houver a composição e o Ananias ou o PL eu não ia ficar feliz porque a Samantha representa bem as nossas pautas de direita”, argumentou.

Neste cenário de parceria, Ranalli sinalizou que reaproximação do governador com a ala bolsonarista, também pode refletir em uma dobradinha ao Senado, entre o União Brasil e o PL, tendo Mauro e o deputado federal José Medeiros (PL): “[Aliança entre PL e Republicanos] ratificaria essa composição com Mauro e Medeiros a Senado, uma chapa forte de federal nos dois partidos, eu acho que vejo com bons olhos sim, porém fica aqui esse asterísco. Eu queria muito que o governo fosse o 22, mas se for a vice, a gente vai para rua e pede voto”.

Dentro do PL, Ranalli considera que não outra liderança com estofo para encarar o pleito, sinalizando que até a possível filiação do empresário Odílio Balbinotti, não conseguiria afetar o então senador. O único entrave estaria relacionada às alianças que forem firmadas durante o processo de construção de projetos.

“Acredito que agora ele está ‘endireitado’ e seria o meu nome, o Wellington Fagundes […] Nessa briga ainda tem tempo e acredito que essa vinda do grupo do Mauro aqui vai ser o preponderante na balança, vocês sabem que o governador tem força, acredito que a presença dele vai ser muito importante, então basta o Pivetta se construir até o ano que vem e também convencer o Wellington abrir mão dessa vaguinha”, concluiu.

Link da Matéria – via RD News

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*