
Sob efeito das eleições gerais, que acontecem daqui a um ano e quatro meses, Janaina Riva foi empurrada para o bloco de oposição, mesmo parte do seu partido, o MDB, compondo a base do Governo Mauro Mendes, assim como 20 dos 24 deputados estaduais.
Guiada pelos caminhos majoritários de 2026, a deputada estadual de terceiro mandato passou a reagir aos boicotes do Palácio Paiaguás, que, por sua vez, entende a necessidade de freá-la na pré-campanha majoritária extemporânea.
Está praticamente decretada a ruptura política.
A partir de agora, o Paiaguás irá se movimentar para neutralizá-la, sabendo se tratar de uma parlamentar bem articulada com lideranças dos municípios e forte candidata, tanto para senadora quanto para governadora.
Janaina também se articula, buscando forças naqueles que já são considerados opositores ao Executivo estadual, não importando o espectro político destes novos aliados, como o ministro Carlos Fávaro (PSD), os colegas deputados petistas Barranco e Lúdio, o bolsonarista Gilberto Cattani (PL) e figuras hoje sem mandatos, como os ex-prefeitos Zé do Pátio (Rondonópolis), do PSB, e Léo Bortolin (Primavera do Leste), do MDB.
Janaina e Mauro vão estar em campos opostos na disputa por duas cadeiras ao Senado. Tendem a participar também dessa briga eleitoral José Medeiros, Pedro Taques, Antonio Galvan e Fávaro.

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