
Durante a sessão ordinária da Câmara de Várzea Grande, na manhã desta terça-feira (22), o vereador Bruno Rios (PL), demonstrou seu descontentamento com o diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), coronel Sandro Azambuja, chegando a solicitar a saída do mesmo: “Pede pra cagar e sai (sic)”.
De maneira ofensiva, o parlamentar citou o problema crônico de falta d’água na cidade, em especial, durante este final de semana, com o feriado prolongado de Páscoa. O vereador agradeceu o coronel, ironicamente, pela “péssima Páscoa”.
“Gostaria de agradecer ao coronel pela péssima Páscoa que o senhor deu para a nossa população. Obrigado coronel. O senhor foi medido e foi considerado péssimo. Pede para cagar e sai (sic). Tá péssimo. Alguém aqui conseguiu falar com ele? Se não resolver isso aí, eu quero aqui, junto com os colegas, uma comissão parlamentar de inquérito, para descobrir o que está acontecendo nesse DAE. Não é possível o que está acontecendo”, declarou Rios
A vereadora Rosy Prado (União Brasil) questionou a quantidade de vezes que os parlamentares discutem sobre o mesmo problema relacionado ao DAE, citou visitas a bairros como o 25 de setembro, Cristo Rei e o Engordador, que estão sem água há quase uma semana. A parlamentar chegou a sugeriu a “troca” de Sandro Azambuja: “Coloca outro [presidente]. Não deu certo, troca”.
“Estive na região do Cristo Rei e, de todas as pessoas com quem eu conversei, todos reclamaram do DAE. Até quando? Gente, nós não podemos mais aceitar. Essa Casa de Leis precisa tomar uma providência. O presidente [Azambuja] não está dando certo? A gente troca. Coloca outro. Não deu certo, troca (…) estamos em um período chuvoso, em Várzea Grande, imagina quando chegar o período de estiagem?”, declarou Rosy.
Já o vereador Carlinhos Figueiredo (Republicanos) citou um contrato do DAE, que está em fase de implantação, de um novo call center cujo investimento ultrapassa R$ 893 mil, pelo período de 12 meses.
“Quem vai ligar para o DAE? Para que? Você liga no DAE e não tem resposta. Vai contratar call center para que? Para atender o que? Você pega aqui óh, vai dar em torno de R$ 74 mil por mês. Eu quero ir lá nessa sala, para ver quantas pessoas trabalham lá, nesse call center”, disparou.
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