Governo assina hoje contrato com Albert Einstein para gerir Hospital Central

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O governo de Mato Grosso assina, no final da tarde desta terça (22), o contrato junto ao Hospital Israelita Albert Einstein para a gestão do Hospital Central, em Cuiabá. A expectativa é de que a unidade hospitalar comece a funcionar, de forma gradual, a partir de setembro . Em dezembro, governador Mauro Mendes (União) acredita que o hospital já estará funcionando em sua totalidade.

Mauro, o secretário Gilberto Figueiredo e o presidente do Einstein, Sidney Klajner participarão da solenidade no Palácio Paiaguás. O valor mensal do contrato chegará a R$ 34 milhões.  

A partir de amanhã deve ser dado início à fase pré-operacional que vai durar 4 meses. Durante este período, será feita a contratação de pessoas, treinamento, requerimento de seleção, aquisição de insumos e a finalização das instalações de todos os equipamentos que já foram adquiridos ou que estão em fase de aquisição.

JL Siqueira

Considerado o melhor do país, o Hospital Israelita Albert Einstein também é o 22º melhor hospital do mundo. Por meio do contrato, a instituição administrará o Hospital Central, que será o sexto hospital público do Brasil a ser gerido pelas equipes do Einstein.

Estrutura

Segundo a SES, o Hospital Central terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. Serão 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria. Estão previstas as especialidades como cardiologia, neurologia, vascular, ortopedia, otorrinolaringologia, urologia, ginecologia, infectologia e cirurgia geral.

O investimento foi de R$ 215,3 milhões. A parte antiga do prédio tinha 9 mil m² e foi ampliada em 23 mil m²; o atual projeto totaliza 32 mil m² de área construída.

Histórico

A obra do Hospital Central foi lançada em 1984. O objetivo era proporcionar um atendimento de referência em alta complexidade nas especialidades de traumatologia e ortopedia, além de urgência e emergência de trauma. Contudo, a obra foi paralisada três anos depois, em 1987. Ela foi retomada e ampliada pela Gestão Mauro Mendes.

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Link da Matéria – via RD News

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