Não vou me intimidar com pressão de deputado, diz vereador Dilemário

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O vereador Dilemário Alencar (União) disse neste sábado (19) que não vai se intimidar com pressão de deputados estaduais que estão irados com ele pelo fato de ter apresentado uma Moção de Repúdio a 13 deputados que votou para derrubar o veto do governador Mauro Mendes (União) que acabava com mercadinhos em presídios. 

Os deputados Max Russi (PSB), Júlio Campos (União) e Lúdio Cabral (PT), criticaram o vereador Dilemário pela proposição da Moção de Repúdio, onde classificou o parlamentar de ter feito isso por interesse político e de participar da Casa dos Horrores, alcunha dada a Câmara Municipal. 

Rodinei Crescêncio

“Olha, esses deputados estão irados comigo, mas a poluição cuiabana não está irada, pois por onde ando tenho recebido o apoio popular por ter apresentado a Moção de Repúdio. Portanto, vou continuar a luta  contra o voto secreto na assembleia legislativa, pois  foi essa indecência que favorece a aprovação de mercadinhos em presídios”, disse o vereador Dilemário.

O parlamentar disse que não está sozinho nesta luta. Ele aponta que conta com o apoio de 14 vereadores da Câmara Municipal e da senadora Margareth Buzetti (PSD). 

“Tem deputados que colocaram suas máquinas para rufar o pau em mim, dizendo que foi um horror a Câmara aprovar a Moção de Repúdio. Horror foi deputados votar de forma secreta, escondido do povo, para bandidagem ter benesses em presídios, pois nesses presídios é vendido produtos que a maioria da população não tem acesso, como nutella, azeites de oliva e até cuecas de grife”, pontuou Dilemário. 

O parlamentar disse também, que os deputados que estão criticando ele, é porque sentiram  o peso da opinião pública que não aceitou a decisão absurda de mercadinhos em presídios.

“Tem deputados que colocaram suas máquinas para rufar o pau em mim, dizendo que foi um horror a Câmara aprovar a Moção de Repúdio. Horror foi deputados votar de forma secreta, escondido do povo, para bandidagem ter benesses em presídios, pois nesses presídios é vendido produtos que a maioria da população não tem acesso, como nutella, azeites de oliva e até cuecas de grife”, pontuou Dilemário. 

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Link da Matéria – via RD News

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