
Sobe para sete o número de pessoas presas suspeitas de envolvimento na execução do advogado Renato Nery, em julho de 2024 . A identidade do novo suspeito não foi revelada pela Polícia Civil, que realizou a prisão dele nesta terça-feira (15), em Cuiabá.
Até o momento, foram presos o caseiro Alex Roberto de Queiroz Silva – acusado de ser o atirador que vitimou Renato foi preso – e os policiais militares Wailson Alesandro Medeiros Ramos – que é ex-segurança do governador Mauro Mendes (União) -, Wekcerlley Benevides de Oliveira, Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso e Heron Teixeira Pena Vieira.
Montagem/Rodinei Crescêncio
O mandado de prisão do sétimo suspeito foi expedido pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá, com base nas investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que identificaram o vínculo do investigado com os executores e intermediários do crime. Também foi realizada a apreensão de aparelhos celulares e de um veículo relacionado ao crime.
No dia 6 de março deste ano, a DHPP deflagrou a Operação Office Crimes – A Outra Face, que cumpriu seis mandados de prisão temporária contra pessoas com envolvimento no homicídio do advogado, sendo cinco policiais militares e o executor do crime, além de dois mandados de busca e apreensão.
O homicídio
Ex-presidente da Ordem dos Advogado do Brasil – Seccional Mato Grosso, Renato Nery morreu aos 72 anos, atingido por disparos de arma de fogo no dia 5 de julho do ano passado, na frente de seu escritório, na Capital. O advogado foi socorrido e submetido a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, mas foi a óbito horas após o procedimento médico.
Desde a ocorrência do homicídio, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do profissional. As investigações da DHPP apontam a disputa de terra como a motivação para o homicídio de Renato Nery.
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