
A possível fusão do União Brasil com Progressistas, formando uma federação bastante competitiva para as eleições de 2026, tende a dificultar o caminho da reeleição de alguns deputados estaduais.
Paulo Araújo, reeleito pelo PP em 2022, se juntaria a colegas do União que garantiram vagas com votação muito superior. Daí o risco de, concorrendo pela futura chapa da morte, ficar de fora.
Mesmo tendo dobrado sua votação, considerando que em 2018 registrou 11.645 e, no pleito de 2022, a 24.551, Paulo Araújo fará parte de uma federação que abrigará deputados como Júlio Campos, que obteve 33.800 votos, Sebastião Rezende (36.919), Dilmar Dal Bosco (42.156) e Eduardo Botelho (51.998), fora os suplentes Gilberto Figueiredo, com 28.248, e Xuxu Dal Molin, que obteve 15.122.
A projeção é de União-PP garantir quatro cadeiras na AL. Paulo só conseguirá o terceiro mandato se dobrar de novo sua votação, buscando eleitorado além dos da Baixada Cuiabana.

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