13 caboclos defendem mercadinho para bandidos, diz governador – vídeo

Imagem

Em tom de brincadeira, o  governador   Mauro Mendes (União) criticou os deputados estaduais que votaram pela derrubada do veto ao projeto de lei que libera os  mercadinhos dentro das penitenciárias de Mato Grosso.  Ao comentar o assunto,  lembrou que 13 parlamentares votaram pela derrubada.  Fazendo referência  que concidentemente é o número do PT.

Somente 10 deputados estaduais  votaram pela manutenção do veto em sessão realizada ontem (09). Com isso, o  comércio nas unidades prisionais do estado será permitido novamente.

Rodinei Crescêncio/Rdnews

 

“Faz parte. Tem 13 caboclos lá que defendem mercadinho para bandido. O número é uma coincidência, 13 deputados. Brincadeiras à parte, a  Assembleia, nos grandes e importantes momentos, esteve junto ao Governo, até porque o Governo nunca encaminhou nada que não fosse bom para Mato Grosso”, disse Mauro Mendes, na tarde dessa quarta-feira.  

No dia 21 de janeiro deste ano, o governador vetou o Artigo 19 da Lei 12.7922025, que autorizava o funcionamento de cantinas ou  mercadinhos  no sistema prisional de Mato Grosso, seguindo a recomendação da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), sob a alegação de que estaria em conflito com a Lei de Execução Penal. Em fevereiro, Mauro Mendes também assinou um decreto para encerrar as atividades comerciais.

A legislação federal só autoriza essa prática quando a administração pública não consegue suprir as necessidades básicas dos detentos. O Governo mato-grossense alega que cumpre a lei e fornece o básico para os detentos,   sustentando que poderia fechar os mercadinhos e cortar o fornecimento de “regalias”.

Para o supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF-MT), desembargador Orlando Perri, o Estado é falho e não supre itens básicos de higiene, sendo necessário a derrubada do veto.  

Outro lado

Em resposta à posição da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio de nota, o Governo se comprometeu a recorrer à Justiça, em busca de impor o fim do benefício aos reeducandos: “O Governo irá judicializar a decisão por não concordar com as regalias nos presídios, pois os mercadinhos ofereciam produtos supérfluos como Nutella, chocolates, bombons, sorvetes, açaí, entre tantos outros”.

Entre na comunidade de WhatsApp do Rdnews e receba notícias em tempo real . (CLIQUE AQUI)

Link da Matéria – via RD News

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*