
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá deve pedir a prorrogação da prisão do caseiro Alex Roberto de Queiroz Silva e dos policiais militares Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso, Wailson Alesandro Medeiros Ramos e Wekcerlley Benevides de Oliveira. Eles são suspeitos de envolvimento na execução do ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), advogado Renato Gomes Nery, ocorrida em julho do ano passado.
Rodinei Crescêncio/Rdnews
Os cinco suspeitos estão presos temporariamente desde o dia 6 de março, quando foram alvos da Operação Office Crimes – A Outra Face. A prisão temporária é válida por 30 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 30 dias, caso haja necessidade comprovada.
Ou seja, a prisão seria até o dia 5, próximo sábado. Ao , o delegado Bruno Abreu Magalhães afirmou que deve fazer um novo pedido ao Poder Judiciário.
“Nossos esforços agora estão para concluir o inquérito. Vamos solicitar a prorrogação da prisão temporária dos envolvidos e, no final, tentar concluir esse inquérito com as maiores provas possíveis, o maior número de envolvidos possíveis”, disse.
Caso
Renato Nery morreu aos 72 anos atingido por disparos de arma de fogo no dia 5 de julho do ano passado, na porta de seu escritório, na Capital. O advogado foi socorrido e submetido a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, porém não resistiu e morreu horas após o procedimento médico.
Desde a ocorrência do homicídio, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do profissional. As investigações da DHPP apontam a disputa de terra como a motivação para o homicídio do ex-presidente da OAB-MT.
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