
Prefeito de 1º mandato de Poconé, médico Jonas Moraes (sentado), com a vice Camila Silva e os demais secretários
Moradores poconeanos não conseguiram esperar a trégua de seis meses da nova gestão e, impacientes e revoltados, passaram a bombardear de críticas o médico e prefeito de primeiro mandato Jonas Moraes (Podemos) e parte do secretariado.
Eles classificam o prefeito como um gestor passivo, isolado, sem autonomia e liderança. Jonas está com três meses de um mandato capenga.
Enquanto isso, quem vem ganhando mais notoriedade na administração é a vice-prefeita que acumula o cargo de secretária de Educação, ex-vereadora Camila Silva, junto com o esposo Jean Silva, que indicou diversos apadrinhados em cargos comissionados.
As maiores críticas recaem sobre a saúde pública, deixando numa saia-justa e bastante desgastado o secretário Itamar Lourenço da Silva, ex-presidente da Câmara Municipal e velho aliado do ex-prefeito Tatá Amaral. Aliás, Tatá, mesmo considerado opositor de Jonas, indicou vários nomes para cargos. Entre os problemas não solucionados e que carimbam o prefeito e o secretário como incompetentes estão a falta de gestão na UPA e de médicos nos postos de saúde.

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