Briga entre Flávia e Tião passou do limite e prejudica Várzea Grande, avalia Abilio

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O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) citou, nessa terça-feira (25), comentou o  embate entre a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), seu vice Tião da Zaeli (PL) e a bancada liberal da Câmara Municipal, nos últimos dias. Para ele, essa briga “passou do limite” e é necessário que “deixem Flávia governar”  para assim solucionar problemas mais importantes que afetam a cidade. 

Abilio disse ainda que os eleitores de Várzea Grande escolheram Flávia como prefeita, de modo que o presidente da Câmara, os vereadores, o vice-prefeito e qualquer outro interessado, devem respeitar “aquilo que chegou às urnas e teve resultado”.

Rennan Oliveira

“Eu gosto muito do Tião, eu acho que é um cara bacana, um cara que tem intenções positivas. Só que eu acho que ele deve entender o momento político que nós estamos passando e deve entender que a gestão de Várzea Grande já é complicada por si só. Você tem aquele problema de água grave no município e eu acredito que essa crise política não pode ser um empecilho para a gestão municipal”, disse o prefeito de Cuiabá. 

Além disso, Abilio  expressou ainda que sabe o quanto Tião gosta do município de Várzea Grande e considera que o colega de partido deve “dar um tempo para as coisas acalmarem” e deixar Flávia conduzir a administração, para, posteriormente decidir qual posicionamento político ele terá.

“A Flávia é uma boa pessoa, tem boas intenções. Eu acredito que os vereadores, se eles pararem com essa briga política que eles estão fazendo lá, eles vão permitir com que o município de Várzea Grande se desenvolva. E se caso o Tião ou algum outro estiver descontente, daqui a quatro anos tem novas eleições e eles podem disputar contra a Flávia, se assim eles quiserem”, disparou.

Renúncia e Impeachment

Questionado sobre a possível renúncia de Tião da Zaeli e o pedido de impeachment contra a gestão de Flávia Moretti, Abilio disse que o embate político entre os dois tem sido o maior problema para solucionar as questões agravantes que o município enfrenta e que a renúncia ou o impeachment não mudará a situação da cidade.  

“Renunciar ou não renunciar não muda nada. O vice assume na ausência do titular. O titular não está ausente. Então, não é o caso de renunciar ou se afastar, é o caso apenas de conter a briga política. Assim que essa briga política estiver estável, o município de Várzea Grande deve prosperar”, destacou.  

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Link da Matéria – via RD News

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