Direita de Mato Grosso realiza adesivaço em favor de anistia e pelo “Fora Lula”

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Integrantes da direita de Mato Grosso vão promover um “adesivaço”, neste sábado (15) e domingo (16), em Cuiabá, para defender  anistia aos condenados por envolvimento nos ataques de 8 de janeiro de 2023 e também para se posicionar contra o Governo Lula. Atos acontecerão nos dois dias, a partir das 16h, na Praça do Chopão.

Movimento é liderado pelo vereador por Cuiabá Rafael Ranalli (PL) e pelo coordenaro do movimento Direita Mato Grosso Rafael Yonekubo.

Conforme Ranalli – que não conseguirá participar do protesto convocado pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL), em Copacabana, Rio de Janeiro,  no domingo – a ideia é permitir que os cuiabanos também se manifestem de alguma forma, visto que o próprio Bolsonaro  pediu para que não ocorram protestos em outras partes do país. A expectativa, conforme Ranalli, é distribuir ao menos 2 mil adesivos.

“Manifestação é só em Copacabana. Aqui é só um jeito da população participar. Porque às vezes o cuiabano mora longe das regiões centrais de manifestação, como Rio, neste caso, e o cara não tem como ir, mas ele quer participar de alguma maneira e então a gente entrega aqui”, disse Ranalli.

Reprodução

Anistia e fora Lula

O vereador diz defender que pessoas que participaram de depredação sejam punidos, mas que não se deve misturar com “golpe e terrorismo como estão fazendo. Não tinha nada pra ser golpeado, é esdrúxulo que aconteceu”.

Ranalli ressalta que, na sua opinião, as penas estão sendo muito duras e desproporcionais em relação a crimes mais graves. “Mães de família que estão presas e tomaram ai 18 anos de cadeia, sendo que tem vagabundo, estuprador na rua, assaltante na rua, assassino na rua e que o cara não fica preso dois, três anos”. – há uma desproporção em relação à punição > muita gente induzida ali a participar, a gente sabe que tem o efeito manada.

Segundo Ranalli, o Fora Lula tem ganhado força por causa dos gastos e “presepadas” do governo federal, especialmente do ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), com altas taxações. “Vamos esperar o país quebrar pra esse cara sair? É um movimento que está ganhando todo o país”. Ele reconhece, entretanto que um eventual impeachment é difícil porque Lula tem maioria no Congresso. “Mas, a vontade popular tem que ser gritada”, concluiu.

Link da Matéria – via RD News

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