Delegado da PJC é suspeito de agredir a esposa; Corregedoria acompanha o caso

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Um delegado da Polícia Civil, de 41 anos, foi conduzido pela Polícia Militar na noite dessa quinta-feira (6), após suspeita de ter agredido sua esposa em Cuiabá. De acordo com as informações, o suspeito foi transferido de Alto Boa Vista (a 913 km de Cuiabá) para a Capital recentemente. 

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da PM foi acionada no bairro Duque de Caxias por volta das 19h. A solicitante foi a síndica do edifício, que informou que uma moradora havia sido agredida por seu marido. Ela disse ainda que o suspeito deixou o prédio com uma criança. 

Marcos Santos/USP

No local, a guarnição encontrou a vítima, de 40 anos, sentada à porta de seu apartamento. Durante a abordagem, o porteiro informou que encontrou um celular danificado na garagem e a vítima confirmou que pertencia à ela. 

O delegado foi encontrado pela guarnição em frente ao edifício, do outro lado da rua. Enquanto isso, a vítima recebeu atendimento médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), indo para um hospital particular por meios próprios logo após a ocorrência.

No hospital, a vítima contou aos policiais que a relação com seu marido está difícil há algum tempo. Naquela ocasião, o suspeito teria a empurrado contra a parede e a esganado, além de ter quebrado o seu telefone. 

Outro lado 

Em nota, a Polícia Civil informou que a vítima requereu medidas protetivas, mas não representou contra o delegado. Logo, não houve atuação em flagrante. O delegado, por sua vez, nega as acusações. 

Leia, abaixo , a nota na íntegra:

“A Polícia Civil esclarece que, durante a ocorrência de violência doméstica na noite de quinta-feira (26.3), no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá, houve a condução de um delegado de polícia por dano e injúria real.

A vítima foi atendida no Plantão de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá, onde foi ouvida pela delegada plantonista.

A vítima requereu as medidas protetivas, mas não representou contra o marido, razão pela qual não houve autuação em flagrante conforme previsão legal.

A Corregedoria Geral da Polícia Civil informa que possui conhecimento dos fatos e está acompanhando as diligências desde o início da ocorrência, como órgão de controle e para apuração do caso.”

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Link da Matéria – via RD News

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