Mauro rejeita elo entre obras do VLT e BRT: Sem corrupção ou propina

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O governador, Mauro Mendes (União Brasil), rejeitou comparações entre as obras de implementação do VLT para a Copa do Mundo de 2014 e o BRT, escolhido para substituir o modal que nunca teve as obras concluídas. Atualmente, o Estado sinalizou o interesse em romper o contrato com o Consórcio BRT, devido a lentidão do andamento das obras, contudo, atraiu para si forte comparações e críticas, que são rechaçadas.

Para o chefe do Executivo, principal defensor da troca para um modal mais simples e mais barato, alega que sob a sua condução, não houve problemas de corrupção ou de propina, como no caso do VLT, durante o governo de Silval Barbosa. Mauro reforçou que o Consórcio vencedor não conseguiu tocar as obras: “Não pode ser os adversários maldosos [acusando]. Aos adversários maldosos eu digo, olha, você está muito enganado. Aqui não teve corrupção, aqui não teve cobrança de propina, aqui não teve nada disso”.

“O que teve é uma empresa que foi contratada e performou mal. E o governo deu toda a oportunidade, apertou, fez tudo que tinha que fazer e está rescindindo o contrato com eles, de peito aberto. É diferente do VLT, que foi uma história de corrupção, que muitos políticos de Mato Grosso participaram, inclusive alguns adversários que provavelmente estejam criticando”, emendou.

Mayke Toscano/Secom-MT

Mauro reforçou que projeta a conclusão da obras do BRT, mas não cravou se será dentro do cumprimento do seu mandato que se encerra em 2026. Ainda em conversa com a imprensa, o governador se isentou da culpa quanto ao atraso, pois compreende que se Governo fez o possível, mas enfrentou problemas externos.

“Ao cidadão que está preocupado com Cuiabá, eu digo, olha, fique tranquilo. O governo está cuidando disso com muita responsabilidade, como sempre fiz em Cuiabá, tratar assunto com responsabilidade, com seriedade e vamos ter uma solução em breve. Agora, eu não tenho culpa se uma empreiteira que concorreu na forma da lei, ganhou, não performou bem”, avaliou. Estado segue debatendo com a empresa a possibilidade de firmar um acordo bilateral, mas ainda não há definição.

Obra

A obra foi orçada inicialmente em R$ 463 milhões e só teve 18% executadas . Uma das soluções que estão em discussão, é o “fatiamento” de licitações entre outras 3 empresas, de forma emergencial, para que as obras possam ser concluídas. O Governo segue em conversas com o Consórcio, seguindo o rito, para que ocorra o rompimento contratual.

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Link da Matéria – via RD News

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