Fernanda critica inflação de nomes a federal sem debate com mandatários

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Rodinei Crescêncio/Rdnews

A deputada federal, Coronel Fernanda, reclamou de “pré-candidatos” a federal para as eleições de 2026, que se colocam como nomes do PL, sem sequer terem consultado lideranças e os atuais parlamentares que estão no mandato. Ela reiterou que vai à reeleição e considerou haver falta de bom-senso de quem não se alinhou com o partido para viabilizar o respectivo projeto. A fala foi realizada em entrevista ao Rdtv Cast.

“Eu também estou vendo muita gente dizendo que vem a federal, beltrano vem a federal, eu acho que as pessoas primeiro tem que conversar com os deputados federais do PL. Eu estou aguardando. Todo mundo querendo meter o bedelho em 2026, mas esqueceram que quem organiza 2026, são os deputados que estão aqui [no PL], eleitos”, disparou ela durante o Rdtv Cast.

Atualmente, o PL de Mato Grosso tem 4 cadeiras na Câmara dos Deputados e só poderá lançar 10 nomes a federal em 2026 (9 cadeiras disponíveis + 1 vaga). A chapa, que tende a ser muito competitiva, precisa estar devidamente alinhada, segundo avaliação de Fernanda. “Quem quiser sair a federal tem que falar com a gente [os que têm mandato]. Isso se chama,  no mínimo, bom-senso, mas eu deixo, enquanto eles estão falando, eu estou trabalhando”.

Segundo apuração do Blog do Romilson , o sucesso da ala bolsonarista tem forçado uma onda de nomes para a disputa à Câmara Federal. Os que podem se filiar, que detém potencial, são: Deputado federal Coronel Assis, que quer deixar o União; a ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL); o pecuarista Thiago Boava (PL), viúvo da ex-deputada federal Amália Barros; e o ex-federal Leonardo Albuquerque, que deve deixar o PSD. Outro nome que surge é o da primeira-dama de Cuiabá e vereadora Samantha Íris. 

Cordenadora da bancada federal de Mato Grosso, Fernanda reiterou que, enquanto muitos falam sobre ser pré-candidato pelo PL, seguirá trabalhando na Câmara. Ao pensar em 2026, projetou que construirá um projeto humilde e responsável.

“Nosso trabalho está sendo de formiguinha, sem salto alto. Acho que quanto mais alto o salto, maior a queda, e tento trabalhar sempre com os pés no chão, respeitando as pessoas, mas às vezes sou obrigada a bater na mesa, porque tentam nos tratar como se não soubéssemos nada e isso eu não admito”, concluiu.

Link da Matéria – via RD News

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