
No começo do ano, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), suspendeu agendamento de atendimento nas Unidades Básicas de Atendimento (UBS) e determinou a consulta espontânea. A medida foi estabelecida que o cuiabano seria atendido em qualquer lugar que chegasse, mas durou pouco.
Após críticas de autoridades e do Conselho Regional de Medicina (CRM), Cuiabá voltou a determinar que as consultas em UBS fossem agendadas previamente e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) receberiam os casos mais graves sem marcação.
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Apesar de todas as controvérsias encontradas nos dias em que ficou em vigor, o leitor do diz preferir ser atendimento em qualquer lugar que buscasse ajuda. 45% respondeu a enquete dizendo que prefere os atendimentos sem agendamento.
Já 31% disseram que independente de agendamento ou não, a saúde cuiabana está caótica. A superlotação e demora em atendimento são recorrentes.
Por outro lado, 24% dos leitores respondeu que prefere os agendamentos, pois entende que UBS e UPA têm condições de atender necessidades diferentes, por isso a distinção do que será feito na hora e do que exige horário marcado.
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A enquete do foi respondida entre os dias 15 e 22 de fevereiro.

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