
O número de corpos encontrados no cemitério clandestino, descoberto em Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), subiu para 11, após os policiais acharem mais dois corpos no local, nessa quinta-feira (20). A suspeita é de que a área seja ponto para “descarte” de vítimas de uma facção criminosa.
Segundo a Polícia Civil, desde a descoberta do local, foi mobilizada uma força-tarefa com o apoio de outras delegacias da Regional de Rondonópolis, do Corpo de Bombeiros, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), do Instituto Médico Legal (IML) e de demais forças de segurança para localizar os corpos.
Reprodução
A ação é chefiada pela delegada Karla Cristina Peixoto Ferraz. As investigações seguem em andamento para identificar as vítimas e apurar os responsáveis pelos crimes.
Dos 11 corpos, duas pessoas já foram identificadas . Tratam-se de: Carla Bruna da Silva Lima, de 35 anos, natural de Lago da Pedra (MA) e Luiz Otávio de Souza, de 25 anos, natural de Rondonópolis (MT).
Os três primeiros corpos foram localizados na última quarta-feira (12), durante uma investigação da Polícia Civil, que foi ao local para apurar o desaparecimento de Policarpo Pereira Alves, de 38 anos.
Segundo a polícia, a vítima sumiu em 13 de dezembro do ano passado, no bairro Jardim Primavera, após sair de casa dizendo que ia à farmácia. A mãe da vítima contou que o filho saiu de motocicleta e, desde então, não deu mais notícias ou atendeu ao telefone.
Os corpos localizados foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização dos exames periciais de necropsia, para apurar a causa e o período em que as vítimas foram mortas, além da identificação necropapiloscópica.
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