
Após o anúncio da rescisão do contrato do Governo do Estado com o Consórcio BRT, o deputado federal Emanuelzinho (MDB), enviou um ofício ao governador Mauro Mendes (União), questionando os pagamentos realizados às empresas e ao consórcio e também pediu informações sobre o planejamento para a futura implantação do BRT.
Rodinei Crescêncio/Rdnews
Em um vídeo em suas redes sociais, ele aproveitou para fazer duras críticas à implantação do modal, que veio para substituir o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). “Um projeto feito às pressas, sem estudos, sem as devidas licenças e que colocou dúvidas sobre a real motivação da troca de um modal pelo outro. Infelizmente, esses elementos faziam com que uma rescisão do contrato fosse algo previsível”, disse.
De acordo com o parlamentar, o questionamento é para dar transparência a tudo que já foi pago, saber prazos e custos dessa operação.
“Em mais de dois anos, somente 18% da obra foi entregue. O Governo do Estado enviou 50 notificações. Ou seja, 50 oportunidades de o governo encontrar uma solução. Só deixou pra última hora, em período de chuva, e a dois anos somente do final do mandato do governador”, criticou.
Rescisão
O governo de Mato Grosso anunciou, na quarta-feira (5), a rescisão do contrato com o consórcio responsável pelas obras do BRT (Bus Rapid Transit) em Cuiabá e Várzea Grande. A decisão, segundo o estado, foi motivada pelo não cumprimento do acordo, com um atraso significativo na execução do projeto.
Ainda conforme o governo, o consórcio executou pouco mais de 18% do empreendimento após mais de dois anos e três meses desde a ordem de serviço. O prazo de entrega era até 13 de outubro de 2024.
Entre na comunidade de WhatsApp do Rdnews e receba notícias em tempo real . (CLIQUE AQUI)

Faça um comentário