
A juíza Helícia Vitti Lourenço, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve a prisão preventiva de Jorge Antônio Almeida de Brito, de 60 anos, detido em flagrante por dirigir embriagado e matar atropelada Karla Karoline Pereira Carvalho Neves , 31, em um acidente de trânsito, no bairro CPA 2. O caso ocorreu no dia 21 de novembro e, desde então, o suspeito está preso.
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A decisão é da última sexta-feira (31). Nela, a magistrada explica que Jorge foi preso em flagrante no dia do crime, passou por audiência de custódia e já teve a prisão convertida para preventiva .
No dia 16 de dezembro, a defesa do suspeito pediu a revogação da prisão preventiva , mas teve o pedido negado. O juiz João Francisco Campos de Almeida, do Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), afirmou que a reclusão é “útil e eficiente”, visando a instrução o processo.
Nessa nova avaliação, a juíza Helícia Vitti Lourenço entendeu que os motivos para a prisão preventiva continuam. “Assim, ao menos nesse momento, tenho que insuficiente a imposição de medidas cautelares diversas da prisão, eis que presentes os motivos ensejadores da custódia cautelar, sobretudo para conveniência da instrução processual, mantenho o decreto preventivo”, argumenta.
Suspeito foi denunciado
Na mesma decisão, a magistrada recebeu a denúncia do Ministério Público contra Jorge Antônio. A ele, foram imputados os crimes de homicídio qualificado que possa resultar perigo comum; e praticar lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, por quatro vezes.
O acidente
Imagens de uma câmera de segurança, próxima à Avenida Alice Freire, mostram o momento em que o Volkswagen Taos, carro de Jorge, passa em alta velocidade, colide contra um Volkswagen Gol, que estava a sua frente, e também atinge uma Honda Biz, em que Karla estava.
Ela chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu ainda no local.
Durante depoimento à Polícia Civil, Jorge relatou que estava ingerindo bebida alcoólica desde quarta-feira (20) e que não se lembra do acidente. Segundo os policiais, Jorge estava falando de maneira desconexa e exalava um cheiro forte de álcool.
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