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Novo procurador geral de Justiça, Rodrigo Fonseca, em entrevista à jornalista Greyce Lima no RDTV Cast
O novo procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Rodrigo Fonseca Costa, que será empossado na sexta (7), promete investir pesado em tecnologia e capacitação de servidores para fortalecer as atuações do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e do Núcleo de Ações de Competências Originárias (Naco). O investimento deve ser de R$ 5 milhões a 10 milhões por ano nos dois “braços” de investigação do órgão fiscalizador.
“A ideia é ter um investimento contínuo no Gaeco. Esse investimento tem que ser em estrutura física e em pessoas. Trocamos computadores, renovamos licença do software, que faz extração de dados de telefone, estamos investindo em sistemas, porque depois de extrair você precisa pegar e qualificar aquela informação. Também investimos muito em Inteligência Artificial, nessas questões, para que se consiga ter cada vez uma investigação mais rápida”, salienta, Rodrigo, ao durante visita à sede, onde concedeu entrevista ao Rdtv Cast – assista.
O novo chefe do MPE adianta o Naco e o Gaeco seguirão com os mesmos coordenadores. O Gaeco é comandado pelo promotor de Justiça Adriano Roberto Alves e o Naco, que antes era chefiado pelo promotor de Justiça Wesley Sanchez Lacerda, empossado como desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, agora é liderado pelo promotor Marcelo Caetano Vacchiano. Annie Souza/Rdnews
Novo procurador geral de Justiça, Rodrigo Fonseca, concede entrevista ao Rdnews durante visita ao portal
Hoje, o Gaeco conta com mais de 100 servidores em todo o estado, sendo cerca de 50 em Cuiabá e o resto nos núcleos de Cáceres, Sinop, Rondonópolis e Barra do Garças. O novo chefe do MPE defende cada vez mais especializar o quadro de pessoal. “Estamos tentando ter um efetivo mais eficiente e um pouco maior para combater o crime organizado”, explica.
O procurador, no momento, descarta a criação de novos núcleos. “A ideia, por hora, é estruturar cada vez mais esses Gaeco’s do interior. A ideia é ter os regionais cada vez mais fortalecidos. Por hora, esses quatro suprem a demanda do Estado. Um atende a região do Araguaia, outro o sul do Estado, um a região da fronteira e outro no Nortão”, completa.

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