
A Polícia Civil iniciou, nesta quinta-feira (16), as investigações sobre o caso do psicólogo Douglas Amorim, agredido por homofobia em um dos banheiros da boate Nuun Garden, no Centro de Cuiabá, na madrugada do último domingo (12). Douglas foi severamente agredido e chegou a ficar inconsciente.
Segundo a PJC, a equipe da investigação já está com as imagens do interior da boate, que foram cedidas pela empresa. A análise do material deve ser feita nos próximos dias, assim como o interrogatório do suspeito da agressão, que já foi identificado.
Montagem/Reprodução
Em nota divulgada nesta quinta-feira (16), a Nuun Garden se pronunciou mais uma vez e afirmou que não compactua com a conduta do suspeito, colocando-se à disposição da justiça. Além disso, enfatizou que não há câmeras de segurança nos banheiros para privacidade dos clientes.
A investigação segue em sigilo.
O caso
Douglas Amorim foi agredido por trás e teve sua cabeça batida em um móvel de mámore no interior da Nuun Garden. A vítima, que estava acompanhada por seu esposo e amigos, teria notado encaradas de um homem pela boate.
Pouco antes da agressão, ambos se encontraram no banheiro e o suspeito questionou o que Douglas estaria olhando. O psicólogo rebateu, chamando-o de “homofóbico do c*”. Segundo testemunhas, o suspeito teria ido até seguranças do local e afirmado que um homem teria passado a mão nele no banheiro.
A agressão aconteceu por volta das 4h30, quando o casal já se preparava para ir embora. Douglas caiu ao solo com o impacto, tendo ferimentos no rosto e uma torção no pé.
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