
O reitor do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), Júlio César dos Santos, afirmou, em entrevista, que atualmente a instituição sofre com o déficit de profissionais, tanto técnicos administrativos, quanto docentes, para atender a demanda, e que até março deste ano novas vagas devem ser liberadas para a realização de um concurso para preencher essas vagas.
Annie Souza
Atualmente a instituição tem 1.087 docentes efetivos e 870 técnicos administrativos, sem contar os professores substitutos. Segundo o reitor, os campi precisam de mais 257 técnicos administrativos e 155 docentes parar suprir a demanda.
“Há campus que deviam ter 60 servidores, mas têm 30. Tem campus que deviam ter 45, tem 29. Então, isso gera uma sobrecarga de trabalho para os que estão ali e é muito ruim para a instituição. Essa é uma das lutas que o Conselho dos Reitores dos Institutos Federais tem feito em Brasília junto ao Ministério da Educação e ao Governo Federal”, afirmou.
Conforme explicou Júlio César, o Governo Federal encaminhou um projeto de lei que está tramitando e tem o compromisso de, até março, liberar esses códigos de vaga para que as instituições que estão nessa situação, e o IFMT está entre elas, possam fazer os concursos para contratar efetivo.
Divulgação
Além disso, na ideia de expandir a atuação do IFMT, o reitor afirmou que irá apresentar ao Ministério da Educação (MEC) neste ano um projeto de criação de mais dois campi na região metropolitana, um em Cuiabá, na região do Coxipó, e outro em Várzea Grande, na grande Cristo Rei. Atualmente, seis campi estão em andamento e devem ser entregues até 2028: Campo Verde, Canarana, Água Boa, Colniza, Várzea Grande e Sinop.
Além do pedido de concursos e de mais dois campi na região metropolitana, o IFMT tenta ainda viabilizar recursos para fazer reformas e ampliações. Para isso, é necessário cerca de R$ 120 milhões a mais no orçamento.Entre na comunidade de WhatsApp do Rdnews e receba notícias em tempo real . (CLIQUE AQUI )

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