Influencer alega asma e alergias e tenta prisão domiciliar; juiz nega

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O juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, negou o pedido de prisão domiciliar da empresária e influencer Taiza Tosatt Eleotério , suspeita de comandar um esquema de pirâmide em Cuiabá. Conforme a decisão, a suspeita pediu a conversão da prisão em domiciliar alegando condições inadequadas da unidade prisional, já que possui alergias e asma. 

Eli Loregian

De acordo com o magistrado, a conversão da prisão em domiciliar se justifica, entre outros motivos, quando o detento portador de necessidades especiais encontra-se extremamente debilitado. Além disso, deve-se comprovar que a unidade prisional não tem condições para tratar o detento. 

“No caso em análise, embora existam indícios de que a ré apresente condição de saúde que exige atenção especial, há nos autos comprovação suficiente de que a unidade prisional onde se encontra custodiada é capaz de oferecer o tratamento necessário”, argumentou o magistrado.

Além disso, foi comprovado que Taiza recebe assistência médica, tanto pública quanto particular, desde que deu entrada na unidade prisional.

“É importante destacar que a referida PPL tem obtido assistência médica pública e particular, desde quando deu entrada nesta unidade prisional. Teor que pode ser comprovado nos documentos em anexo. Vale também ressaltar que, ela se encontra alocada em uma cela compatível às suas necessidades de saúde”, diz a decisão. 

Dessa forma, não foram apresentados elementos que comprovem a real necessidade de prisão domiciliar. Com isso, o pedido foi indeferido. 

A influencer está presa desde outubro de 2024 , quando foi detida com seu esposo, Wander Aguilera Almeida. Ambos são acusados de chefiar um esquema que envolvia investimentos falsos. 

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Link da Matéria – via RD News

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