
O governador Mauro Mendes (União Brasil) disse que está cansado de ver debates vagos sobre candidatos a prefeito, governador e presidente da República. Neste sentido, pede que a população foque nos problemas que o Brasil enfrenta e não escolha candidato por ser “simpático” ou por ideologia política.
Mauro Mendes ainda afirma que não é de direita nem de esquerda. “Sou do bem”, garantiu.
Reprodução de vídeo
“Acho que nós precisamos mudar a forma como o próprio brasileiro enxerga a política. Muitas vezes a gente vota porque acha o cara bonitinho, porque é bonzinho, porque isso, porque aquilo, porque é mais simpático, mais popular. Eu acho que a gente tem que entender que quando você contrata um governador, um prefeito, um presidente, você está contratando um cara para cuidar do país, cuidar das finanças, da saúde e de tudo aquilo que impacta na vida de nós brasileiros e muitas vezes a gente faz isso com uma irresponsabilidade muito grande sem prestar atenção. Ah porque é de esquerda, é de direita e eu estou de saco cheio desse debate. Eu não sou de direita, eu sou um cara do bem”, disse Mauro Mendes, em entrevista nesta quarta-feira (05), ao programa Pânico da Jovem Pan.
O gestor também negou mais uma vez que tenha pretensão de disputar a presidência da República nas eleições de 2026. Disse que ainda é cedo para falar em nomes e que a população precisa começar a discutir os problemas do país
“Tem muita gente querendo ser candidato, mas acho que está cedo ainda. Temos que debater um pouco mais os problemas do Brasil. Estamos falando mais de nomes e debatendo de menos os problemas do Brasil como segurança pública que está um caos no país, dívida pública, o país tá atolado em dívida. Como é que vamos sair desse buraco? Onde vai parar essa conta? Um dia vai chegar para todos nós brasileiros essa irresponsabilidade fiscal de grande parte dos governos do país”, explicou.
Mauro Mendes confessou que teve vontade de anular o voto para presidente em 2022 após o debate entre os candidatos porque nenhum se aprofundou em temas importantes, apenas atacaram um ao outro.
“Quando eu assisti o debate da última eleição teve um momento que eu pensei em anular o meu voto porque falava um, xingava outro, com todo respeito aqui aos dois, mas foi muito pouco denso, pouco problema real e soluções que eu não vi naquele momento e dificilmente a gente vê isso com profundidade no nosso país”, concluiu.
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