
Visita técnica realizada nesta quinta-feira (02) no Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande (PSHMVG) flagrou pacientes internados nos corredores da unidade médica, salas interditadas, mofo e até goteiras em uma sala de raio-x. A vistoria feita pela equipe da prefeita Flávia Moretti (PL), que classificou a situação como uma “herança” da gestão do então prefeito Kalil Baracat (MDB).
O Pronto-Socorro foi o primeiro prédio público a passar uma visita técnica e também se destacou por estar com equipamentos de ponta, como respiradores, incubadoras e berços aquecidos amontados em uma espécie de almoxarifado, sem o devido uso. Ainda nas dependências da unidade médica, Flávia diz ter recebido informações sobre desaparecimentos de máquinas na lavanderia.
Assessoria
“Minha prioridade era o DAE [Departamento de Água e Esgoto], agora se tornou a saúde. É preciso ofertar condições de trabalho aos profissionais, especialmente insumos, bem como melhorar as condições de acolhimento aos pacientes, seja com oferta de profissionais como de estrutura”, defendeu.
A prefeita determinou que a direção do Pronto-Socorro realize uma relação de insumos essenciais “para não interromper o atendimento de urgência e emergência”. De acordo com a assessoria, a motivação para o reabastecimento da farmácia da unidade médica veio assim que a prefeita foi abordada por um médico-cirurgião, que relatou estar sem o fio adequado para sutura de abdômen.
Ainda na vistoria, a prefeita pediu que haja uma maior interação entre a Secretaria de Saúde e outras pastas, como Assistência Social e a Procuradoria. “Acabei de saber de uma família que está morando há oito meses aqui na ala pediátrica porque a criança necessita de home care. Numa situação dessas, em que o home care pode ser solicitado por via judicial, a família precisa ser esclarecida, saber do direito que tem, como requerer, onde buscar. E será por meio dessa inte. Moretti.
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