Mauro reclama de atraso em obra do BRT, mas pondera: rescisão traria mais prejuízo

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Não é de hoje que o governador Mauro Mendes (União) vem demonstrando descontentamento com o ritmo  das obras do BRT (Ônibus de Trânsito Rápido) . No entanto, nessa segunda (03), o gestor explicou que tomar atitudes mais drásticas e, por exemplo, rescindir o contrato com o Consórcio Construtor BRT Cuiabá, executor da obra do novo modal, traria mais prejuízo do que benefício, como a paralisação do projeto.

Mauro pontuou que, no mundo da gestão pública, é necessário “apertar” para haver andamento dos trabalhos.

“Enquanto você vê pelo menos um esforço da empresa em melhorar a prestação de serviço, nós vamos levando, porque uma rescisão contratual pode impor um atraso ainda maior. Então, o bom senso é fundamental neste momento”, explicou.

Thaís Fávaro

A construção do novo modal de transporte coletivo escolhido pelo Governo do Estado para operar na Grande Cuiabá teve início em abril de 2023, em Várzea Grande e, somente em janeiro de 2024, o projeto avançou para a Capital . A expectativa é que a obra seja entregue em um prazo de 30 meses.

O chefe do Executivo ressaltou que já notificou por diversas vezes a empresa para que as obras tomem um ritmo mais célere, mas pontuou que prefere agir com cautela para não haver judicialização da obra, o que se tornaria em um grande transtorno.

“Na obra do BRT percebemos que houve uma melhoria, eles abriram as novas frentes aqui na Avenida do CPA, estão andando num ritmo melhor do que aconteceu na Avenida da FEB, que [agora] está caminhando para uma finalização da etapa de serviços que iniciou ano passado”, justificou.

As obras iniciaram em janeiro na Avenida do CPA, próximo ao Comando Geral da Polícia Militar. Inicialmente, o Consórcio trabalha com sistema de drenagem no canteiro central. Em seguida, será construída a pista de concreto, incluindo a remoção da capa asfáltica e execução da terraplanagem.

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