Jeferson atribui recuo aos ataques e rejeita pecha de “boi de piranha”

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O vereador por Cuiabá, Jeferson Siqueira (PSD), anunciou nesta terça-feira (17), que recuou de disputar o comando da Mesa Diretora da Câmara Municipal, diante das retaliações, que segundo ele, sofreu do prefeito eleito Abilio Brunini (PL) e seu grupo político. Diante deste cenário, fechou apoio com o atual presidente, Chico 2000 (PL), que vai  disputar a reeleição.  No entanto, não tem apoio de Abilio e nem do próprio partido.

“Vocês viram os ataques desleais e pessoais, desde acusações infundadas. Até hoje,  ainda enfrento durante a minha caminhada, com amigos, ficar justificando, falando de algo que não tem fundamento daquilo que o prefeito Abilio fez. Desde o começo,  fui escolhido pelo prefeito Abilio para não ser o presidente da Casa. De lá para cá, fui atacado por vários tipos de retaliação, calúnia e difamação, não é fácil chegar até aqui”, iniciou.

Donatto Aquino

Jeferson argumenta que Abilio interferiu diretamente na construção das chapas, ao rejeitar seu nome e manifestar apoio a novata Paula Calil (PL) e a preferência por ter uma chapa 100% feminina. Além de acusações de que o Comando Vermelho estaria atuando nos bastidores contra a futura gestão.

Jeferson Siqueira defende que a Câmara precisa de independência e imparcialidade. Ocorre que o vereador do PSD faz parte da base do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que encerra o segundo mandato   e sempre teve suporte da maioria do Parlamento.

“Após uma análise, entendendo que deveríamos fazer uma força tarefa juntamente com o presidente atual, Chico 2000 […] entendemos que o nome dele realmente poderia agregar e fizemos a composição com ele. Desde o início deixe transparente que meu desejo era ser o presidente, então, para que o Chico tenha liberdade de construir uma chapa, preferi tirar o meu nome”, pontuou.

Nos bastidores do Legislativo, o recuo de Jeferson e a “entrada” de Chico na disputa, uma vez que estava dado como “descartado”, rendeu ao pessedista o apelido de   “boi de piranha” – expressão usada quando alguém é submetido ao sacrifício para que os demais possam de sobressair. Ele,  porém, rejeitou a pecha.

“Não me considero alguém que seja tão velho  assim, pelo contrário, é o meu segundo mandato. Estou novinho ainda para quem quer chegar ao Senado, quem quer ser governador, e claro, construir uma carreira política no estado de Mato Grosso, estou começando agora, não é para mim essa expressão “boi de piranha”, pelo contrário”, completou.

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Link da Matéria – via RD News

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