Damiani entra com ação para cassar Alei Fernandes por caixa 2 e compra de votos

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O candidato derrota à Prefeitura de Sorriso Leandro Damiani (MDB)  ingressou  com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o prefeito eleito, Alei Fernandes (União Brasil), para apurar    abuso de poder econômico, caixa 2  e compra de votos nas eleições de 2024. O pedido foi protocolado na segunda-feira (2), junto a 43ª Zona Eleitoral de Sorriso, pelo advogado José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça e um dos principais eleitoralistas do Brasil. Lucas TorresSó Notícias

Ação proposta na Justiça Eleitoral  pode resultar na cassação da chapa composta pelo prefeito eleito Alei Fernandes e seu vice Acácio Ambrosini

Entre os pedidos formulados por José Eduardo Cardozo estão cassação do registro de Alei e do vice Acácio Ambrosini (Republicanos) e a consequente inelegibilidade pelo período de 8 anos. Além disso, requereu a aplicação de multa. Veja vídeo abaixo

Nos autos, a AIJE cita possíveis ilicitudes eleitorais praticadas por Alei e seu grupo político, destacando a apreensão de R$ 300 mil de Nei Frâncio , pai de um dos principais financiadores da campanha. Os recursos seriam para compra de votos e não tiveram a origem declarada.

Além de abuso de poder  econômico, visto que os valores apreendidos seriam utilizados na campanha e não seriam declarados, a AIJE também aponta a  utilização indevida de serviço de marketing em campanha. “Dessa forma, são evidentes os indícios de arrecadação ilícita de recursos e de emprego de caixa dois na campanha dos representados”, diz trecho da ação.

“Conforme já indicado, as circunstâncias que envolveram a prisão em agrante do Sr. Nei Frâncio levantaram suspeitas de que o valor de R$ 300.000,00 em espécie, distribuído em maços de notas de 20, 50, 100 e 200 reais, poderia ser utilizado para a captação ilícita de sufrágio nas eleições de Sorriso/MT, bem como que o valor mencionado poderia ser empregado como caixa dois”, completa.

Diante das circunstâncias, Damiani pede que a AIJE  seja considerada procedente, determinando aplicação de multa e cassação do registro de candidatura ou de Alei e de seu vice, bem declaração de inelegibilidade dos representados por 8 anos. Como testemunhas no processo foram arrolados os  agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) responsáveis pela apreensão dos R$ 300 mil com Nei Frâncio..

“O perigo de dano e a urgência tornam-se evidentes à medida em que se aproxima a diplomação dos eleitos e, dependendo do conteúdo armazenado na mídia digital, poderão ser ainda mais evidenciados os abusos praticados pelos representados”, conclui.

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Link da Matéria – via RD News

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