
O ex-governador Pedro Taques, antecessor de Mauro Mendes (União Brasil) no Governo do Estado, afirma que a criação da Secretaria Estadual de Justiça (Sejus), aprovada pela Assembleia Legislativa nesta semana, apenas corrige um erro da atual gestão na Segurança Pública. A pasta, que será comandada pelo delegado da Polícia Civil Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, responderá pela administração do sistema penitenciário.
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Segundo Taques, a Sejus existiu até 31 de dezembro de 2018. No entanto, foi extinta assim Mauro Mendes assumiu o primeiro mandato, em 1º de janeiro de 2019, sob a justificativa de “enxugar a máquina”, dentre outros argumentos que o ex-governador considera “absurdos”.
“ERROU mais uma vez na questão da Segurança Pública. Resultado: o crime organizado dominou o sistema, manda e desmanda fora e dentro das penitenciárias. Consequência? Mais homicídios, mais feminicídios, mais estupros, mais roubos. Antes tarde do que nunca!”, postou Taques nas redes sociais.
A iniciativa do Governo do Estado busca aliviar a carga do secretário estadual de Segurança Pública coronel César Roveri, aumentando o rigor no sistema carcerário e combate intenso às facções criminosas, sem qualquer temor de eventual retaliação. A medida faz parte do programa Tolerância Zero ao Crime Organizado.
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