
O governador Mauro Mendes (União Brasil), minimizou a possibilidade de perder o apoio do MDB para as eleições de 2026, diante da articulação da deputada estadual Janaina Riva (MDB), que vai pleitear uma das duas vagas que serão abertas por Mato Grosso ao Senado Federal. O chefe do Executivo também é cotado para disputa.
Segundo Janaina, o impasse foi provocadopela demissão do secretário de Agricultura Familiar, Luluca Ribeiro, sem aviso préio ao MDB . O partido também não foi convidado para indicar novo nome para pasta, o que foi interpretado como recado pela cúpula emedebista. Em Mato Grosso, a legenda está sob presidência do ex-deputado federal Carlos Bezerra.
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Com isso, o MDB decidiu não ocupar secretarias estaduais e ficou “descompromissado” com o Governo Mauro Mendes. No entanto, não deixou a base governista.
“Nada do que está acontecendo hoje pode significar em 2026. Hoje, os partidos estão juntos e podem estar separado lá, pode estar fora aqui [em 2024] e junto lá [em 2026]. Mas o mais importante, que eu não abro mão, é de ter uma conexão direta com o cidadão”, comentou Mauro Mendes, afirmando que o foco está no contato direto com o eleitor, principalmente por meio das redes socias, e não nas alianças políticas firmadas.
Luluca foi demitido diante da acusação de supostos desvios de emendas parlamentares da Seaf. Mauro Mendes foi questionado se a saída do MDB teria relação com a demissão, mas desconversou sobre o tema: “É uma resposta que cabe a eles, se sim ou não”.
Por fim, Mauro Mnde ssustentou que a relação entre Poder Executivo e Legislativo deve ser autônoma, sem interferências. O governador ainda ponderou que sempre está aberto para receber indicações ou conselhos de aliados ou partidos, mas no final, a decisão compete exclusivamente a ele, que tem o “poder da caneta”. “Nós nunca trabalhamos com barganha com ninguém, muito menos com partido”, concluiu.
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