Esse ato isolado não pode prejudicar anistia, defende Nelson Barbudo

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O deputado federal Nelson Barbudo (PL)  crê que o atentado à marquise do Supremo Tribunal Federal (STF), registrado na noite dessa quarta-feira (13), foi apenas um “ato isolado” de um homem com “problemas pessoais” e não um ato promovido por bolsonaristas. Ainda assim,  teme que haja prejuízos na articulação da proposta de anistia para os envolvidos no ataque à sede dos Três Poderes, em 8 janeiro de 2023, que tramita na Câmara dos Deputado. 

Agência Câmara

Neste cenário, Barbudo afirmou que o atentado ocorreu na  Esplanada dos Ministérios, tentando tirar o peso do ato criminoso. Para ele, há certa especulação e rechaçou a existência de relação entre os dois ataques. Um homem identificado como Francisco Wanderley Luiz morreu ao detonar explosivos.

“A Esplanada dos Ministérios foi alvo de um ataque com explosivos, resultando na morte de uma pessoa. Ainda não se sabe ao certo qual seria a real motivação. Muito se tem especulado a respeito da ligação do ato de ontem ao 8 de Janeiro, porém não existem evidências de que os casos estejam ligados”, comentou.

O parlamentar reforçou a necessidade de uma investigação ampla e isenta, para que assim, os fatos sejam esclarecidos. O pedido de anistia é uma articulação de deputados e senadores do PL, partido ligado ao ex-presidente da República Jair Bolsonaro. “Esperamos que as investigações elucidem os verdadeiros motivos deste ataque, sem afetar aqueles que já vêm sofrendo injustamente desde o 8 de Janeiro”.

“Não podemos aceitar que um fato isolado venha a prejudicar o PL da Anistia, que busca reparar injustiças cometidas contra pessoas que foram presas sem armas e sem intenção de qualquer atentado à democracia. A polícia já apurou que o homem sofria de problemas pessoais e não foram encontrados outros envolvidos até o momento”, emendou.

Moraes vê conexão

Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou que o atentado ocorrido na noite dessa quarta-feira (13) na Praça dos Três Poderes não é um “fato isolado”, mas que é uma ação que se iniciou no “gabinete do ódio”, que tinha por premissa difamar e divulgar notícias falsas sobre as autoridades democráticas do país. Ele rejeita a possibilidade de perdão aos envolvidos no ataque de 8 de janeiro.

A investigação será conduzida pela Polícia Federal, e os autos já se encontram com o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, para atestar se o episódio em si foi um “ato isolado” ou não.

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Link da Matéria – via RD News

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