Rosana recupera passaporte e participa de missão oficial nos Estados Unidos

Imagem

Rosana Martinelli (PL), suplente do senador Wellington Fagundes (PL), obteve a liberação de seu passaporte para viagens internacionais. A decisão é do ministro Alexandre de Moraes e atendeu pedido da advocacia do Senado, que alegou cerceamento das atividades parlamentares da liberal, que representou o Brasil em agenda nos Estados Unidos. “Eu tinha o passaporte diplomático, mas havia restrição na Polícia Federal. Estava prejudicando, não conseguia exercer as minhas funções”, explica Rosana, que estava exercendo a função de senadora.

Jefferson Rudy/Agência Senado

Ela conta que o ministro acolheu os argumentos e que, assim, pode representar o Parlamento federal em missão nos EUA no final de outubro, tendo retornado ao Brasil um pouco antes da realização do segundo turno, no dia 27 – E, em 28 de outubro, o titular da vaga, Wellington Fagundes (PL), reassumiu o mandato após quatro meses de licença.

Em solo norte-americano, Rosana passou por Palm Beach, onde conheceu uma usina que queima lixo, o que pode ser uma solução energética a ser implementada no Brasil. Ela também esteve na ONU e no BIRD.

 “Era uma missão voltada ao meio ambiente. No Senado está sendo debatido o tema Combustível do Futuro. No BIRD e Banco Mundial fui mostrar uma pesquisa que mostra que essas usinas são uma opção aos aterros sanitários, para que haja maior incentivo”, diz Rosana, ressaltando que os aterros sanitários produzem 43% de metano e que, atualmente, se culpa muito a pecuária pelo problema.

“Não é culpa só dos animais, aterros são mais nocivos, porque contaminam a camada de ozônio”.  Ainda conforme Rosana, a China construiu mais de mil unidades de usinas para queimar o lixo, explorando esse potencial energético. “No Brasil a primeira será em Franca (SP)”.

Investigações

A ex-prefeita de Sinop teve o passaporte retido por suspeita de financiamento de atos golpistas, também estando no inquérito das Fake News. Sobre o objeto do caso, a liberal nega ter elo com a depredação dos Poderes em 8 de janeiro e cobra a celeridade no caso. “Eles têm que concluir. Não se pode punir e violar os direitos das pessoas injustamente”.

A liberal ressalta que teve seus bens liberados seis meses depois, justamente, porque foi apurado que ela não patrocinou atos golpistas.

Entre na comunidade de WhatsApp do Rdnews e receba notícias em tempo real . (CLIQUE AQUI)

Link da Matéria – via RD News

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*