
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (União Brasil), informou que o Governo do Estado terá o prazo de uma semana para apresentar soluções sobre o empenho ou não de recursos de emendas impositivas para cirurgias eletivas em Mato Grosso. Informações apontam que dos 30% das emendas para a Saúde, apenas 10% teriam sido executadas.
JL Siqueira
“[Cerca de] 30% do orçamento total das emendas ficou para cirurgias eletivas e desse valor, só algo em torno de 10% foi executado. Os deputados estão esperando e o governo pediu uma semana de prazo para apresentar uma solução, uma proposta para os deputados. Nós vamos aguardar, receber essa proposta e levar para os deputados”, comentou o parlamentar.
Caso o governador Mauro Mendes (União Brasil) não execute os recursos nas cirurgias, os deputados querem a disponibilidade de realocação, visto que, inicialmente, haviam atendido um pedido do próprio Executivo. Botelho explicou que muitas prefeituras não se interessaram nas cirurgias, pois deixaram de receber o recurso de maneira direita dos deputados, e sim, por meio do governo estadual.
“Há possibilidade que isso volte para custeio [de obras] nos municípios, mas estamos discutindo isso […] Se tiver empenhado e compromissado, ele pode executar no ano que vem. A proposta do Governo é essa, ele não vai conseguir executar, mas que ele empenhe para o ano que vem. Acredito que essa será a proposta do Governo”, acrescentou.
No início do ano, Mauro pediu que 50% do recursos que seriam destinados para a Saúde, fosse alocados para a realização de cirurgias eletivas, visando reduzir a fila de pacientes que aguardam os procedimentos cirurgicos. Cada parlamentar enviou cerca de R$ 3,5 milhões.
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