Fábio vê espaço para dobradinha ao Senado e quer ficar na Casa Civil até 2026

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Rodinei Crescêncio/Rdnews

O deputado federal licenciado e secretário chefe da Casa Civil Fábio Garcia revela que mantém vivo o sonho de ser prefeito de Cuiabá no futuro. Apesar disso, evita fazer projeções sobre possível candidatura em 2026. Ele nega que haja desavenças no União em virtude de declarações após a derrota de Eduardo Botelho na disputa por Cuiabá e entende que há espaço para que Mauro Mendes e Jayme Campos possam disputar o Senado em 2026, sem que ocorra racha. Em entrevista especial ao , na sede do portal, Fábio afirma que, se depender dele, segue na Casa Civil até março de 2026, quando deve se desincompatibilizar para avaliar possível projeto político. Secretário das Casa Civil ressalta que pretende ajudar governador a fazer entregas e acredita que construiu uma boa interlocução com prefeitos e deputados. Sobre Cuiabá, espera que Abilio Brunini faça uma gestão independente e “conserte” a Capital.

Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista

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Secretário, você está licenciado da Câmara Federal, você retorna para discutir a questão das emendas ou a Gisela Simona vai ter liberdade para definir?

Não conversei ainda com a Gisela sobre esse assunto de emenda, mas vou conversar com ela quando chegar mais próximo (de definir). No ano passado o que a gente fez é que eu destinei um pouco das emendas para ela poder trabalhar. Normalmente as emendas são do parlamentar titular, mas eu fiz um combinado com ela, destinei uma parte das emendas para ela trabalhar e a outra parcela eu coloquei tudo no governo do estado de Mato Grosso.

Talvez vocês se organizem sem a necessidade de retornar?

Pode ser que a gente se organize, tem que ver isso.

O que está no coração Fábio, seguir na Casa Civil até o fim do mandato do Mauro ou pode retornar para Câmara Federal?

Olha, a minha permanência na Casa Civil depende muito mais do governador. Mas, a minha vontade seria terminar essa missão na Casa Civil até 2026 e, obrigatoriamente, em 2026 todo mundo descompatibilizar dos seus postos, então pelo menos ficar, no máximo, até março de 2026. Mas, na verdade, tem que discutir isso com o governador.

 Você iria novamente a federal, qual é a perspectiva?

Não estou fazendo planejamento político nenhum pra eleição em dois mil e vinte e seis. Vou esperar chegar dois mil e vinte e seis pra discutir dois mil e vinte e seis. Agora, a única coisa que eu quero é trabalhar muito, ajudar que a gente possa fazer o maior número de entregas de investimentos e consolidar muitos investimentos importantes que o governo está fazendo em todo o estado do Mato Grosso que eu acredito é o legado que a gente deixa de poder melhorar e mudar a vida das pessoas. É entregar os hospitais regionais, é entregar o Hospital Central, é entregar as estradas que estão sendo licitadas, estão em andamento, que vão ser licitadas, novas estradas, é continuar com as parcerias com os municípios pra fazer pavimentação asfáltica obras turísticas importantes que podem mudar a dinâmica de algumas cidades, como é o caso do Bom Jardim, São Felix, Araguaia, Luciara, Chapada dos Guimarães, Santo Antônio do Leverger, Barão de Melgaço. Resolver o problema de água, de abastecimento em vários municípios, continuar fazendo esses investimentos na educação, enfim, ajudar que o governo possa levar investimento porque através disso nós vamos conseguir mudar e melhorar a vida das pessoas.

Rodinei Crescêncio/Rdnews

O cargo de secretário da Casa Civil é prioritariamente de interlocução, o tempo todo resolvendo pepino. Como está essa relação dos “sim, sim e não, não” com os prefeitos, com os deputados?  

A relação é sempre respeitosa, transparente e verdadeira. Portanto, quando é possível fazer, a gente fala que é possível; e quando não é possível, a gente fala que não é. Eu acho que o importante, nessa relação, é primeiro ela ser respeitosa e segundo ser bastante transparente e verdadeira. E é assim que eu estou conduzindo os diálogos na Casa Civil e as pessoas têm compreendido. Até porque, sempre que eu falo que eu preciso falar um não para alguém, eu justifico os motivos pelo qual a gente não pode atender. E, normalmente, as pessoas entendem quando você faz esse diálogo respeitoso, sincero, transparente e verdadeiro.

Antes das eleições, União tinha a perspectiva de fazer 4 cadeiras na Capital, mas foram 3. O que deu na errado, faltou estar mais nas ruas? “ Nunca teve ferida aberta. O  que eu disse após a eleição, eu dizia antes da eleição. Eu dizia sobre perfil e eu, obviamente, quando eu coloquei meu nome à disposição é porque eu acreditava no meu perfil” Fabio Garcia

O UB planejou fazer quatro, nós fizemos três. Nós planejamos ganhar as eleições em Cuiabá e nós não ganhamos a eleição. Notadamente a gente viu uma polarização entre direita e esquerda. E, obviamente, essa polarização afetou o resultado como um todo da eleição. Afetou o resultado dos nossos candidatos a vereador e afetou o resultado do nosso candidato a prefeito (Eduardo Botelho).

Após a derrota de Botelho, houve um mal-estar por conta de algumas declarações, incluindo uma sua, de que o resultado poderia ser diferente se você fosse o candidato. A ferida ainda está aberta no seu peito?

Nunca teve ferida aberta. O  que eu disse após a eleição, eu dizia antes da eleição. Eu dizia sobre perfil e eu, obviamente, quando eu coloquei meu nome à disposição é porque eu acreditava no meu perfil. Se eu não acreditasse no meu perfil, eu não colocaria meu nome à disposição. Portanto, eu acreditava que meu perfil mais técnico, de gestor, mais próximo do governo, era um perfil que eu gostaria muito que Cuiabá pudesse ter oportunidade de analisar para essa tarefa que, sobretudo, é técnica de gestão de consertar a nossa cidade. Então, o que eu disse após a eleição foi exatamente o que eu dizia antes. E eu acreditava que eu poderia chegar no segundo turno e, ao chegar, eu poderia ganhar a eleição. O que eu disse após a eleição, foi exatamente o que eu dizia antes, não teve novidade nenhuma. O problema é que a gente ainda estava num calor ali do resultado. Mas, lembro que essa minha fala ela foi feita somente depois dos do resultado do primeiro turno e depois do partido ter se posicionado e ter liberado os filiados a se manifestarem. Eu esperei, portanto, o tempo do partido, mostrando mais uma vez meu respeito, minha lealdade com meu grupo político e meu partido. E só me manifestei depois que o partido permitiu que assim os filiados o fizessem.

Mas, como está a relação com o Botelho, está tranquila?

Sempre teve tranquilo. Porque o Botelho acompanhou a dedicação que a gente teve na campanha durante todo o primeiro turno. O Botelho é testemunho de tudo que eu trabalhei e tentei fazer para que a gente chegasse no segundo turno. Reuniões, mobilizações, discussões de estratégia, tentar unir o nosso grupo. O Botelho sabe de todo o trabalho que foi feito. Tanto é que quando ele foi perguntado, por mais de uma vez, pela imprensa: ‘ah, você acha que houve algum tipo de traição’. Ele foi categórico ao falar eu tenho certeza que o Fábio, nem o Mauro me traíram na eleição.

Nem Fábio, nem Mauro, mas se fala de traição de republicanos, você acha que, de alguma, forma houve alguns vereadores, de não de não pedir votos para o Botelho? “ Eu planejei ser prefeito, mas não consegui ser candidato, eu perdi a disputa interna no meu partido mas, de verdade, era o meu sonho ser prefeito da minha cidade. É meu sonho ser” Fabio Garcia

Nós tivemos quase 300 candidatos a vereador em nossa coligação, eu nunca imaginei que a gente pudesse ter 100% dos vereadores engajados na campanha e é normal. Mas, fundamentalmente, o que eu vejo é que o eleitorado está muito autônomo e independente. O eleitor está independente. Ele vota no vereador que ele quer votar e vota no prefeito que ele quer votar. Eu, particularmente, não acredito que exista mais uma ligação muito direta entre o voto no vereador e o voto do prefeito. Eu vejo que as pessoas elas hoje estão bem independente pra definir esses votos. E, ao longo da campanha, elas vão formando a sua opinião sobre o melhor candidato a prefeito e o melhor candidato a vereador. Porque hoje a informação chega a todo mundo. As pessoas vão formando opinião. Não é somente pela reunião que ela participa com o prefeito, com o vereador. Mas ela está recebendo, a todo momento, informação no Instagram, no Facebook, no WhatsApp, em conversas, então a gente tem uma sociedade muito mais informada, recebendo mais informação e formando a sua opinião. A reunião que era o grande ato de uma campanha lá atrás da forma antiga de fazer campanha, ela já não é mais a única forma que a pessoa recebe essa informação. É uma construção do convencimento desse voto que a pessoa vai fazendo. Isso tornou as pessoas mais independentes. O que eu acredito que seja muito bom pro Brasil, pra democracia, porque são eleitores muito melhor informados.

Daqui a quatro anos, em 2028, é a vez do Fábio?

Olha eu não faço plano nem 2026, muito menos pra 2028. Eu sou crítico de um país que sai de uma eleição e entra em outra eleição. Eu acredito que entre uma eleição e outra é tempo de trabalho e a gente precisa trabalhar. Eu, inclusive, votei numa reforma política e não foi aprovada aonde a gente acabava com reeleição para o Executivo, aonde a gente fazia eleição única a cada cinco anos. Porque eu acho que o Brasil precisa de mais trabalho, mais tempo de trabalho, menos eleição e menos custo e gasto com a eleição. Eu acho que a reeleição é um erro gravíssimo do país, custa muito caro ao país. Os mandatários quando vão pra reeleição, na sua maioria das vezes, não são todos, eles estilizam da máquina pública pra poder projetar sua reeleição. E aí acabam transferindo um custo gigantesco para sociedade brasileira. Em cada ação, em cada compromisso que fazem de forma, muitas vezes, irresponsável, só pra ganhar a eleição. E a sociedade é que paga a conta. Imagina o tamanho do custo com o número de prefeitos indo pra reeleição, o número de governadores indo para a reeleição e a reeleição nacional que a gente tem. Eu defendo um país sem reeleição, com eleição a cada cinco anos, mais tempo pra trabalhar e menos tempo falando de eleição.

 Mas o grande sonho do Fábio é ser o prefeito de Cuiabá?

Eu planejei e é meu grande sonho é ser prefeito. Eu planejei ser prefeito, mas não consegui ser candidato, eu perdi a disputa interna no meu partido mas, de verdade, era o meu sonho ser prefeito da minha cidade. É meu sonho ser. Rodinei Crescêncio/Rdnews

Secretário da Casa Civil Fábio Garcia (União) concede entrevista à jornalista Patrícia Sanches na sede do Rdnews

Você acredita que o Abílio vai conseguir fazer uma gestão sem ceder a determinados caprichos. Ele vai pegar uma prefeitura difícil de administrar e a gente sabe que quando senta na cadeira é diferente. Acredita que ele terá a independência necessária?

Eu torço pro Abílio poder consertar Cuiabá. Eu torço para que ele faça uma ruptura, em especial, nos esquemas de corrupção que estão dominando a nossa cidade. É uma vergonha a gente ter uma Capital do estado que sofreu com 22 operações policiais por suspeita de corrupção, uma cidade abandonada, sucateada, esburacada, uma cidade onde a saúde não funciona, onde não tem médico, não tem remédio, uma cidade absolutamente abandonada pelo prefeito. E, no meio desse abandono, uma série de esquemas de corrupção. Eu acredito e torço pra que o Abílio possa fazer uma ruptura nesse sistema que está implantado na Prefeitura de Cuiabá para iniciar um processo de consertar a nossa cidade de Cuiabá. Ele ganhou a eleição com a independência pra fazer isso. Ele não precisou fazer acordo político nenhum para poder ganhar a eleição. Pelo menos da nossa parte, no segundo turno, que eu manifestei, governador Mauro Mendes manifestou, o que eu falei com Abílio é que ele monte o melhor time, mais técnico, mais competente possível para poder encarar esse desafio. E não pedi ao Abílio nenhum espaço, nem um cargo, nenhum tipo de compromisso comigo. Compromisso para mim é com a cidade. É a com o desafio de consertar a cidade de Cuiabá.

O governador Mauro prometeu ajudar bastante Cuiabá, porque a gente sabe que o Abílio tem uma dificuldade com o governo federal, você acredita que estando na cadeira de prefeito isso também vai ser ajustado ou isso pode ser um problema, pelo fato dele ser intransigente na oposição ao governo Lula? “ Eu torço pro Abílio poder consertar Cuiabá. Eu torço para que ele faça uma ruptura, em especial, nos esquemas de corrupção que estão dominando a nossa cidade” Fabio Garcia

O governo do estado nunca deixou de ajudar Cuiabá. Nós temos mais de R$ 2 bilhões de investimentos em Cuiabá. A única coisa que a gente não fazia era colocar dinheiro na mão do prefeito Emanuel Pinheiro. E todo mundo sabe o motivo pelo qual não se deveria colocar dinheiro público na mão do prefeito Emanuel Pinheiro. Mudou prefeito, mas a nossa disposição de continuar investindo e ajudando Cuiabá continua e nós vamos fazer. Nós vamos continuar investindo e ajudando a nossa Capital, fazendo investimento e ajudando a população cuiabana como governo de Mato Grosso. Agora, a relação entre a prefeitura e o governo federal, ela realmente precisa ser construída pelo próximo prefeito.  Até porque, ele sempre foi um deputado federal de oposição, bastante radical ao governo federal (do PT) e ele precisa construir essa relação institucional. Não de apoio, é uma relação institucional ao governo federal aonde existem vários programas que podem atender bem a nossa Capital. Por exemplo, o Minha Casa Minha Vida, que é um programa habitacional importante. Portanto, ele precisa ir lá buscar esses investimentos e reconstruir uma relação institucional do prefeito da Capital, que administra para as pessoas que votaram no Bolsonaro (Jair) e votaram no Lula, portanto, ele precisa ir lá reconstruir essa relação. Tem condições de fazer isso? Tem, na política a gente sabe que você ganha ou perde a eleição, mas quem pensa no espírito público, quem pensa nas pessoas tem que ultrapassar isso e na hora de fazer investimento não há como escolher, na hora de fazer investimento você tem que atender aqueles que mais precisam. Portanto essa relação precisa ser construída.

Olhando pra 2026, o União tem uma equação difícil a equacionar. Tem Jayme e Mauro com perspectivas de cargo majoritário. Um partido dificilmente consegue lançar dois nomes numa mesma chapa. Pode haver um desembarque no UB do grupo capitaneado por Mauro ou a até o de Jayme? “ Vamos deixar o tempo passar para ver. Em várias vezes se construiu chapas com dois senadores do mesmo partido, isso não é atípico na política brasileira, isso pode acontecer” Fabio Garcia

Tem muito tempo para passar. Hoje, naturalmente, nós temos um senador que tem a legitimidade para ir à reeleição, que é o Jayme Campos, e nós temos um governador que também tem toda legitimidade de ser um candidato a senador – e eu, inclusive, defendo esse projeto do governador Mauro Mendes. Portanto, hoje União Brasil tem dois pré-candidatos a Senado. Vamos deixar o tempo passar para ver. Em várias vezes se construiu chapas com dois senadores do mesmo partido, isso não é atípico na política brasileira, isso pode acontecer. É uma construção que a gente precisa fazer, até porque a política tem mudado tanto, o número de partidos tem reduzido, o tempo de televisão dos partidos tem se concentrado em poucos partidos. E isso é bom, menos partidos, as lideranças concentradas nos seus partidos, defendendo aquilo que o partido acredita. O Brasil está amadurecendo. A gente está vendo uma direita fortalecendo. A gente sempre teve uma esquerda aqui no Brasil, mas a gente não tinha uma direita forte se manifestando, se posicionando. O eleitor está cobrando: ‘Eu quero saber de que lado você está. Você é um político de esquerda, você é um político de direita, você é um político de centro-direita, de centro-esquerda, como é o seu posicionamento?’ E quando o eleitor cobra esse posicionamento, ele faz isso através do voto. Quando ele faz isso através do voto, ele elimina aqueles candidatos, aqueles partidos que não se posicionam bem. O que a gente vai ver no Brasil é uma diminuição de número de partidos e os partidos concentrados em suas linhas. Vai ter partido de direita, de centro-direita, partido de esquerda e centro-esquerda. Quando tiver uma candidatura liderada por um partido de direita, você vai ver lá um governador de direita, dois senadores de direita do mesmo partido e não tem problema, isso é um amadurecimento da política.

O nome ao governo é mesmo de Pivetta ou tem margem para discutir outras opções que surgem como de Odílio Balbinotti ou Wellington Fagundes?

O governador já disse muito claramente, de forma bastante contundente, do compromisso que ele tem com a candidatura do Otaviano Pivetta a governador de Mato Grosso. Certo? Se o Mauro for candidato ao Senado, ele sai do governo, obrigatoriamente, até início de abril de 2026, porque precisa sair seis meses antes da eleição. Então, o Otaviano Pivetta está assumiria, portanto, o governo e seria candidato à reeleição. Mesmo movimento que o Blairo (Maggi) fez com o Silval (Barbosa) lá atrás. Um governador em reeleição é legítimo ser candidato. O PL também tem a legitimidade de lançar seu próprio candidato a governador? Tem, óbvio, um partido que saiu muito fortalecido as eleições. Elegeu prefeito da Capital elegeu (Abílio Brunini), de  Várzea Grande (Flávia Moretti), que é a segunda maior cidade. Elegeu Rondonópolis (Cláudio Ferreira), que é a terceira maior cidade. Elegeu-se em Sinop (Roberto Dorner), elegeu em Primavera do Leste (Sergio Machnic), portanto tem legitimidade né? O que a gente espera é a possibilidade da gente poder continuar dialogando. Nós estivemos juntos na eleição passada, em 2022. Nós fizemos uma coligação que era União Brasil com Mauro governador; o Republicanos com o Pivetta de vice; e o PL com Wellington de senador, nós temos deputados parceiros na Câmara Federal e na Assembleia, que são deputados do PL. Nós vamos ter parcerias com muitos desses prefeitos eleitos pelo PL, a gente entende que cada partido tenha seus projetos políticos, mas a gente vai continuar dialogando sobre os investimentos que a gente tem que fazer nessas prefeituras e, obviamente, quando chegar em 2026 nós vamos dialogar. Se a gente vai chegar no entendimento ou não? Essa é outra questão, mas que a gente vai dialogar.

O governo Mauro está se encaminhando para os últimos anos, se você tivesse que elencar os principais avanços, quais seriam? E os desafios?

Primeiro o grande feito foi recuperar a capacidade de investimento de Mato Grosso e transformar Mato Grosso no estado que mais investe no Brasil. Mato Grosso hoje investe quase que 19% do que arrecada. A média nacional é 6%, a gente investe três vezes mais que a média dos estados brasileiros investem. E isso é o que transforma a realidade e a vida das pessoas. Segundo de legado é a infraestrutura. Mauro assumiu o governo o estado de Mato Grosso tinha 6,5 mil quilômetros de rodovia pavimentada. A gente vai entregar no governo Mauro mais 6 mil quilômetros. A gente vai praticamente dobrar, nos oito anos do governo Mauro, tudo o que foi feito em Mato Grosso para trás. Quando a gente entrega uma rodovia pavimentada, além da gente gerar qualidade de vida para as pessoas, que têm que transitar num estado tão grande como é o estado de Mato Grosso, a gente abre uma nova fronteira econômica e ao abrir essa nova fronteira econômica a gente gera mais oportunidade, mais emprego e a gente melhora a vida das pessoas dessa forma. O terceiro nossos investimentos em saúde pública. Em especial na construção dos quatro hospitais regionais que estão em construção. Então o hospital de Confresa, o hospital de Juína, o hospital de Tangará da Serra e Hospital de Alta Floresta. Os investimentos que a gente está fazendo na saúde pública nos quatro hospitais regionais. Aqui no Hospital Central que vai ser o melhor hospital entre público privado do estado de Mato Grosso. E no Júlio Muller, na construção do Júlio Muller, vai mudar a saúde pública do estado. Os hospitais regionais vão deixar de trazer paciente aqui pra Capital. Isso vai desafogar a nossa saúde pública aqui e vai permitir que a gente possa com a nossa estrutura melhorar o atendimento pras pessoas que estão aqui em Cuiabá e na Baixada Cuiabana. Investimento na educação: nunca se fez tanto investimento na educação em Mato Grosso. Portanto, eu elencaria esses quatro esses quatro grandes eixos como as maiores conquistas do estado de Mato Grosso. Os maiores legados que a gente deixa – veja vídeo completo

Link da Matéria – via RD News

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