
Da bancada de Mato Grosso no Senado, os senadores Jayme Campos (União Brasil) e Wellington Fagundes (PL) já fecharam apoio ao senador Davi Alcolumbre (União Brasil) à presidência da Casa. A eleição está marcada para fevereiro de 2025.
Já a senadora Margareth Buzetti (PSD) aguarda a definição do PSD. No entanto, afirma não ter nenhuma objeção a Davi Alcolumbre.
Roque de SáAgência Senado
“Hoje Davi tem um apoio consolidado de pelo menos 35 senadores, segundo o que circula na imprensa. Precisa de 41 votos para se eleger. Aguardo a definição do meu partido, PSD, que ainda não fechou questão. Mas, particularmente, não tenho objeção ao senador amapaense”, disse a senadora por Mato Grosso.
Davi Alcolumbre já conseguiu o respaldo de importantes bancadas da Casa na disputa para suceder Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O amapaense já tem o apoio de seis partidos, que somam 38 votos. União Brasil, PDT, PSB, PP e PL já declaram, oficialmente, a adesão à candidatura que ainda costura o apoio do PT, com nove senadores. A bancada do Republicanos também informou o apoio, apesar de ainda não ter oficializado, como fizeram os demais partidos.
Atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco deve endossar a candidatura do amapaense, pois teve seus dois mandatos costurados com a ajuda dele. Maior bancada do Senado, com 15 parlamentares, o PSD de Margareth Buzetti, no entanto, ainda vai se reunir, na próxima semana, para deliberar sobre o assunto.
Reprodução
Wellington articula
O anúncio do PL em prol do amapaense aconteceu horas depois de um encontro entre Alcolumbre, o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Marcos Rogério (PL-RO) e Wellington Fagundes.
Na última semana, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) colocou sua pré-candidatura ao posto à disposição da legenda. Em 200 anos, o Senado nunca elegeu uma presidente mulher.
Já o senador Marcos Pontes (PL-SP) surpreendeu o próprio partido anunciando sua candidatura à Presidência do Senado. Horas depois, PL anunciou apoio ao senador do União Brasil. A legenda, inclusive com ajuda de Wellington Fagundes, pretende convencer Pontes a recuar.
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