
O ex-CEO da Unimed Cuiabá, Eroaldo de Oliveira, preso na Operação Bilanz , por suposto envolvimento em um esquema que deixou rombo de R$ 400 milhões na cooperativa médica, foi exonerado pela Assembleia Legislativa na quarta-feira (30). Ele atuava como assessor parlamentar do bloco parlamentar Avante Mato Grosso, composto pelos deputados estaduais Beto Dois a Um (União Brasil), Nininho (PSD), Sebastião Rezende (União Brasil) e Carlos Avallone (PSDB).
Além de Eroaldo, a operação também resultou na prisão do ex-presidente da Unimed Cuiabá, Rubens Carlos de Oliveira Júnior; da ex-diretora administrativa financeira, Suzana Aparecida Rodrigues dos Santos Palma; da ex-superintendente administrativa financeira, Ana Paula Parizzotto; da contadora Tatiana Bassan e da advogada e assessora jurídica, Jaqueline Larréa.
Todos foram soltos , mas se tornaram réus no processo, após o acolhimento da denúncia do Ministério Público Federal (MPF) feita ao juiz federal Jefferson Schneider, da 5ª Vara Federal.
Os seis são investigados pelos crimes de lavagem de dinheiro, estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa.
Reprodução
Operação Bilanz
Na manhã dessa quarta-feira (30), a Polícia Federal e o MPF-MT deflagraram a Operação Bilanz, tendo cumprido seis mandados de prisão temporária e também ordens de busca e apreensão, afastamento de sigilos telemático, financeiro e fiscal, além do sequestro de bens dos investigados, suspeitos de envolvimento na fraude de R$ 400 milhões da Unimed Cuiabá.
A operação foi executada em Mato Grosso e Minas Gerais. De acordo com MPF, a Bilanz continua em andamento e outras investigações seguem em curso, podendo resultar em novas denúncias.
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