
O vereador Caio Cordeiro (NOVO) relatou ao Gaeco que sofreu pressões e ameaças após se recusar a apoiar a reeleição do presidente da Câmara de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB). Ele teria sido ameaçado com a divulgação de um vídeo em que apareceria recebendo dinheiro, além de ter servidores de seu gabinete exonerados. Caio também associou a perda do emprego na TV à recusa em apoiar a articulação política.
O vereador afirmou que uma mochila com seu notebook e documentos relacionados à fiscalização, incluindo materiais sobre o transporte coletivo e uma gravação de conversa em que Wanderley teria lhe oferecido dinheiro, foi furtada. Dias depois, uma pessoa não identificada teria exigido que ele retirasse o boletim de ocorrência, sob ameaças e com o envio da imagem de uma arma de fogo.

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