
O presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, fez um balanço positivo da participação do partido nas eleições e afirmou que a sigla sai do processo eleitoral “maior do que entrou”. Segundo ele, o partido cumpriu o papel de apresentar candidaturas aos principais cargos e, principalmente, de sustentar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro no Estado.
Ananias afirmou que o PL não se acovardou diante da estrutura política instalada em Mato Grosso, referente à candidatura de Otaviano Pivetta (Republicanos), e que a legenda enfrentou adversários e até resistências dentro do próprio grupo político.
“Foi dever cumprido como partido de colocar à disposição dos eleitores candidaturas a governador, a senador, a deputado federal, deputado estadual, como nós programamos. Nós fizemos o que realmente um partido deve fazer. Não se acovardar, não se corromper, não se vender e enfrentar a máquina administrativa, enfrentar tudo e todos”, afirmou.
Na avaliação do dirigente, a campanha foi marcada pelo enfrentamento a uma estrutura política que, segundo ele, está no poder há mais de 16 anos no Estado. Ananias citou ainda o período em que Pedro Taques esteve no comando do Governo de Mato Grosso como um “hiato”, mas afirmou que o grupo político atual continuou tendo influência naquele período.
Para o presidente estadual, o resultado político mais importante foi demonstrar que o PL tem disposição para disputar eleições mesmo diante de estruturas consolidadas.
“Nós enfrentamos tudo e todos e nós saímos maiores do que entramos porque nós temos coragem”, afirmou.
Ananias também comparou a postura adotada em 2026 com a estratégia utilizada pelo partido nas eleições municipais e garantiu que a linha deverá ser mantida nos próximos pleitos.
“O Partido Liberal mostrou que nós temos coragem de enfrentar seja quem for. Como nós fizemos nas eleições municipais e nós vamos fazer em todas as eleições daqui para frente”, concluiu.

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