
Divulgação
Candidato ao governo, senador Wellington Fagundes (PL), foi sem dúvida o mais ‘abatido’ nesta eleição. Viu seus ‘companheiros’ de partido, um a um, descer do barco ainda ancorado. Contudo, com meia dúzia de apaziguados tocou a campanha, mesmo que de forma acanhada, não se deixou desmoronar e muito menos esbravejou contra aqueles que lhes deixaram pelo caminho.
Estragos
Ganhadores e perdedores nas urnas serão conhecidos ainda neste domingo (4). Contudo, os estragos políticos não dependerão, necessariamente, do resultado eleitoral. Terão perdedores não só nas urnas quanto no rumo político e partidário. Outros sairão vencedores, mas deverão tanto, seja dinheiro ou favores, que dificilmente terão um projeto eleitoral consolidado.
Dejamil
Horror
Campanha eleitoral deste ano, em Mato Grosso, foi marcada do início ao fim por traições partidárias. O que parecia, inicialmente, um embate do poder pelo poder dentro dos partidos, se tornou em um show de horrores e de quebra de confiança. Cada um, seja de direita, centro ou esquerda, buscou apenas a sua acomodação, visando conveniência política. Que feio!
Quando a conta chega
Governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição, até por estar no poder encontrou mais facilidades do que dificuldades na campanha. Também enfrentou percalços mais por problema na vida pessoal do que propriamente como gestor, mas, no mundo político, um dia a conta chega.
Respaldo
Wellington Fagundes, que perdeu o apoio dos principais líderes e prefeitos do seu partido em Mato Grosso, foi sustentado pela nacional do seu PL. Apesar da insistência, o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) não ampliou o seu ‘palanque’ no Estado e centrou o seu apoio à candidatura do senador, embora outros candidatos do espectro político de direita o tenham cortejado.

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