Baixinha rompe com Dilemário e declara apoio à Ilde Taques na disputa pela presidência da Câmara

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A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) rompeu com Dilemário Alencar (União) e declarou apoio a Ilde Taques (Podemos) na eleição pela presidência da Câmara de Cuiabá. A parlamentar alegou que a decisão foi tomada após “avaliação das articulações” entre os parlamentares nos últimos meses. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (25).

“Eu e Dilemário sempre estivemos juntos nessa caminhada. Criamos uma amizade, uma relação de respeito e parceria. Minha decisão não é contra ele como pessoa”, disse ela. “Eu não estou trocando de lado para ficar subordinada a ninguém. Meu voto é meu, meu mandato é do povo”, acrescentou.

 

A vereadora também levou em consideração a quebra do acordo firmado com o grupo que apoia a atual presidente, que tenta viabilizar a sua reeleição, apesar de o regimento interno da Câmara vetar uma nova candidatura.

 

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A promessa firmada, com a chancela do prefeito Abilio Brunini (PL), era de que, se a alteração no regimento não fosse realizada, o grupo desistiria do nome de Paula e passaria a apoiar Dilemário. Mas o acordo não foi cumprido.

“Eu entrei nessa discussão acreditando em uma palavra que foi dada. Eu acreditei nisso. Só que esse compromisso não se confirmou. E, para mim, política sem palavra perde o sentido”, declarou.

Baixinha disse que se aliou a Dilemário pela sua experiência de 16 anos como vereador e por avaliar que ele faria um trabalho relevante à frente do Legislativo Municipal. Ela falou em lealdade e que a mudança de posicionamento “não apaga a relação pessoal construída”.

Baixinha afirmou que o apoio não é uma “obrigação de apoio permanente” e que seguirá atuando de forma independente da presidência da Câmara e que continuará fiscalizando a prefeitura e qualquer autoridade pública que for necessário.

“Se estiver certo, eu vou apoiar. Se estiver errado, eu vou cobrar. Apoiar uma candidatura não significa assinar um cheque em branco”, defendeu.

A vereadora defendeu que os parlamentares superem, o mais rápido possível, as desavenças internas em respeito às demandas dos cidadãos. “A população não quer saber da nossa briga interna. A população quer resultado”, concluiu.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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