Fávaro é o mais questionado em debate; Buzetti se destaca ao transitar entre adversários

Imagem

Das 30 perguntas realizadas durante o debate entre os candidatos ao Senado por Mato Grosso, realizado pela TV Vila Real nesta quinta-feira (17), Carlos Fávaro (PSD) foi o postulante mais questionado, sendo acionado 7 vezes pelos adversários. Já Margareth Buzetti (PP), Pedro Taques (PSB) e José Medeiros (PL) empataram com 6 perguntas cada, e Antônio Galvan (Avante) acabou na lanterna, recebendo somente 5 perguntas, das quais 4 eram obrigatórias.

 

Dividido em quatro blocos, o confronto permitiu que os candidatos fizessem duas perguntas entre si com temática livre, podendo repetir perguntas a dois adversários no terceiro bloco por conta da ausência dos candidatos Mauro Mendes (União) e Janaina Riva (MDB) ao evento.

 

Leia também – Abílio rebate Fávaro e chama esquerdista de hipócritas; ‘Elege um homem branco, hétero e rico’

 

No primeiro bloco, os dois candidatos mais acionados foram Buzetti e Taques, com temáticas voltadas a ataques aos oponentes, relações internacionais e ao cenário do Senado. Além de terem feito perguntas sobre violência, segurança pública e corrupção.

 

Já na segunda rodada, Fávaro e Galvan ganharam mais destaque, uma vez que foram pouco acionados no primeiro instante e os oponentes não poderiam repetir suas escolhas anteriores ainda. Nesse momento, o debate girou em torno principalmente do impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do agronegócio.

 

No terceiro bloco, o último de perguntas, foi necessário que o Grupo Gazeta realizasse uma mudança na dinâmica, fazendo com que fosse possível repetirem perguntas a dois candidatos anteriores por conta das faltas. Assim, Fávaro voltou a ser o mais questionado, recebendo perguntas de Buzetti, Taques e Galvan sobre os recentes escândalos do Banco Master e sobre sua atuação enquanto senador.

 

Além disso, tanto Fávaro quanto Medeiros aproveitaram a oportunidade do terceiro bloco para repetir os mesmos adversários do primeiro bloco. Sendo que ambos deram preferência a postulantes com quem possuem boa convivência nessa rodada, direcionando perguntas benéficas às próprias campanhas.

 

Nesse aspecto, Buzetti mostrou-se a mais flexível por ter sido acionada por Fávaro, após ser sua suplente, e por Medeiros, ao se alinhar ao bolsonarismo menos radical. Essa postura, atrelada ao fato de constantemente buscar ser  “o segundo voto”   do eleitor, constrói uma imagem de candidata que transita entre alas e justifica parte do destaque recebido neste último momento. 

Link da Matéria – via Gazeta Digital

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*