
O candidato ao Senado, Carlos Fávaro (PSD), foi o segundo a chegar para o debate entre os candidatos ao Senado por Mato Grosso, promovido pela TV Vila Real nesta quinta-feira (17). Antes do início do confronto, ele agradeceu ao Grupo Gazeta de Comunicação pela oportunidade de apresentar propostas, prestar contas e expor seus compromissos para o futuro.
Fávaro também destacou a importância da imprensa livre para a democracia e lamentou a ausência dos candidatos Mauro Mendes (União) e Janaina Riva (MDB), que não participam do debate.
Na avaliação do candidato, a decisão de não comparecer representa receio de enfrentar diretamente os eleitores. “É medo de enfrentar o eleitor. Não é contra o Fávaro, não é contra a Gazeta, é contra o eleitor, que é quem decide em quem vai votar”, afirmou.
Para Fávaro, o debate representa uma oportunidade para que os candidatos apresentem suas propostas e permitam que o eleitor conheça as diferentes posições antes de escolher seus representantes.
Durante a conversa com a imprensa, o candidato voltou a defender a investigação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a possibilidade de abertura de processos de impeachment contra integrantes da Corte.
Segundo Fávaro, a discussão já teria ultrapassado o campo do debate político e exige providências do Senado Federal. Ele também defendeu uma reforma no Poder Judiciário.
“Não dá para ministro ter escritório de advocacia com filhos, esposa, atuando no próprio Supremo”, declarou. O candidato classificou como “imoral” a situação que descreveu e defendeu que eventuais envolvidos sejam investigados pelo Senado.
“Eu defendo que os envolvidos sejam investigados pelo Senado Federal. Está na hora de um processo de impeachment”, afirmou.

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