
Carlos Fávaro (PSD) e Pedro Taques (PSB) declararam juntos R$ 2,4 milhões em patrimônio para a disputa ao Senado em Mato Grosso. A cifra, porém, é pequena diante dos bens informados pelos quatro suplentes da chapa, que somam R$ 65,4 milhões.
Entre os titulares, Fávaro declarou R$ 2,04 milhões, enquanto Taques informou R$ 360 mil.
A maior parte do patrimônio do ex-ministro de Agricultura e Pecuária, está concentrada em uma ação judicial de repetição de indébito, avaliada em R$ 1,72 milhão. O candidato também declarou participação de 6,79% em cooperativa agroindustrial, avaliada em R$ 257.896,34. Além de aplicações financeiras e imóveis, somando R$ 59.538.
Taques, por outro lado, informou apenas R$ 360 mil, integralmente referentes a quotas de capital do escritório AFG & Taques Advogados Associados.
O maior patrimônio entre os integrantes da chapa está justamente entre os suplentes. Carlos Ernesto Teti (PSB), primeiro suplente de Pedro Taques, declarou R$ 46,1 mi em bens, enquanto Alexandre Schenkel, primeiro suplente de Fávaro informou patrimônio de R$ 17,5 milhões.
Teti, principal milionário da chapa, incluiu na declaração propriedades rurais, imóveis, participações em empresas, veículos, ações e aplicações financeiras. Entre os maiores valores estão R$ 14,48 milhões em quotas da Petrovina Sementes Ltda. e R$ 7,5 milhões mantidos em conta corrente no Banco do Brasil.
Schenkel, por sua vez, declarou R$ 17,54 milhões. O principal item é uma participação de 50% na Schenkel Agroindustrial Ltda., avaliada em R$ 8,68 milhões. O suplente também possui participações em cooperativas, empresas do setor agroindustrial e imóveis rurais e urbanos.
Segunda suplente de Fávaro, Carmen Machado (PV), declarou R$ 1,77 milhão, sendo R$ 1,53 milhão referentes a um imóvel residencial no Jardim Guanabara, em Cuiabá. Já Guelda Andrade informou não possuir bens.

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