Desistir não é um verbo qualquer

Imagem

A vida nos oferece infinitas opções, mas decidir não é fácil. Mas, é preciso tentar, tentar, tentar até que de repente, o que parecia obscuro e intangível, ao usar a força da benevolência e da fé, nos ilumine e mostre o caminho certo e verdadeiro.

Despedir é desfazer-se de algumas coisas boas, mas algumas dores da vida também ficarão para trás ao embarcar no veículo transitório, o importante é deixar para trás algumas coisas que nos prendia como se fosse um poderoso imã, mas na verdade são apenas forças sentimentais que nos levam ao comodismo, e ao sairmos da zona de conforto com trabalhos e projetos definitivos, o retorno das conquistas aparecerá claro e cristalino, fazendo com que possamos assumir o prazer de ser também um vencedor.

Por que não?
Desistir, não é apenas um verbo qualquer, na verdade, é acima de tudo, uma ação que nunca deve ser usada. Quando a vontade de conquistar é forte o suficiente, todo o seu corpo é possuído por um prazer de se transformar num ser aspirante, que sabe aonde quer chegar, e a partir daí, nem ninguém, nem aquelas forças negativas que nasciam do nada, nem o medo de errar poderá impedi-lo, pois a parte mais interessante e comovente, não é a vitória em si, mas o fato de saber que você nunca vestiu a roupa dos desistentes e apesar dos pesares, é saber que você jamais abriu mão dos seus sonhos.
O importante é entender que a glória do homem não está tão somente no ato de vencer. Vencer é apenas uma consequência, pois o código de honra é não desistir nunca, pois a sua vontade verdadeira levará a encontrar o seu próprio prazer de ser um vencedor.

Wilson Carlos Fuáh é escritor, radialista, cronista e observador atento da vida política e social de Mato Grosso, é graduado em Ciências Econômica Fale com o Autor: wilsonfua@gmail.com

Link da Matéria – via Gazeta Digital

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*