
Um homem de 41 anos, réu pela suposta prática do crime de organização criminosa, é acusado de monitorar a rotina de um delegado da Polícia Civil, da esposa, do filho e de outros familiares da autoridade para intimidá-lo e tentar interferir no processo criminal. Nesta terça-feira (14), ele virou alvo da Operação Autoritas, mas não foi encontrado e segue foragido.
Conforme informações da Polícia Civil, após se tornar réu, o investigado passou a monitorar a rotina do delegado responsável pelas investigações que resultaram em seu indiciamento.
Segundo a investigação da polícia, o homem também monitorou a rotina da esposa do delegado, de seu filho e de outros familiares com o objetivo de intimidar a autoridade policial e interferir na ação penal à qual responde na Justiça.
Foram autorizados o cumprimento de um mandado de prisão e de dois mandados de busca e apreensão em Cuiabá. O suspeito não foi localizado e encontra-se foragido.
As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Toda a ação foi desencadeada por policiais civis da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).
O nome da operação, “Autoritas”, faz referência à autoridade legítima do Estado, representada pelos agentes públicos no exercício de suas funções.

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