
Com 16 votos favoráveis, a Câmara de Cuiabá aprovou a prorrogação por mais 120 dias da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o contrato com a concessionária CS Mobi. A medida ocorre mesmo um procedimento com o mesmo nome ter sido concluído no ano passado.
A comissão apura possíveis irregularidades no contrato de Concessão Administrativa nº 558/2022, assinado durante a gestão do ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PSD), com o Consórcio CS Mobi Cuiabá, que inclui a Promulti Engenharia.
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A investigação foi proposta após o atual prefeito Abilio Brunini (PL) ter denunciado, na última CPI, possíveis violações do decreto na tentativa de beneficiar especificamente a empresa, que mais tarde se tornou a CS Mobi, além de eventuais desequilíbrios contratuais que foram percebidos pelo atual gestor.
O vereador tenente-coronel Dias (Cidadania), que preside a CPI, apresentou o requerimento, ainda no início do ano, para atender ao pedido do prefeito. Na solicitação de prorrogação, a comissão alegou complexidade nas investigações, além de diligências que estariam em andamento, além de agentes públicos que ainda serão ouvidos pela Comissão.
Compõem a CPI os vereadores Dilemário Alencar (União), como vice-presidente; Ilde Taques (Pode), membro; Demilson Nogueira (PP), 1º suplente; Eduardo Magalhães (Republicanos) 2º suplente; e Sargento Joelson (Pode), 3º suplente.

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