‘Não é divisão, é união’, diz Endrick sobre parceria com Neymar na Copa do Mundo

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Aos 19 anos, Endrick se prepara para disputar a primeira Copa do Mundo da carreira. Caçula do grupo de 26 jogadores (ao lado de Rayan), o atleta comemorou a convocação e comentou a reação da torcida brasileira após o anúncio do nome dele na lista.

 

“Um sonho virando realidade. Uma recompensa que não tem preço. Ouvir as pessoas vibrando com meu nome é algo que não vou esquecer.”

 

Endrick também falou sobre a responsabilidade de representar o Brasil e projetou a parceria com Neymar

“Somos um grupo que vai se unir com a responsabilidade de representar o Brasil. Não é divisão, é união. Vamos ter 11 em campo, sempre, mas 26 jogadores dando o máximo o tempo todo”, afirmou.

 

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O atleta, que trabalhou com Carlo Ancelotti no Real Madrid antes do empréstimo ao Lyon, exaltou o técnico e disse que os dois têm uma ótima relação.

 

“Ele sabe como lidar com os atletas muito bem, conhece muito do jogo, sabe ensinar e interagir. Foi campeão em vários países. Tem uma experiência que ninguém tem. Ganhou tudo nos clubes, e como nós, quer a Copa.

 

R7 – O seu nome foi um dos mais comemorados depois da convocação da seleção brasileira. Como foi ouvir o seu nome durante esse momento e como você se sente por ter esse apoio da torcida brasileira?

 

Endrick – Um sonho virando realidade. Uma recompensa que não tem preço. Ouvir as pessoas vibrando com meu nome, é algo que não vou esquecer.

 

R7 – Você ficou fora de uma parte do ciclo. Como é para você voltar em um momento tão decisivo e participar da sua primeira Copa do Mundo aos 19 anos?

 

Endrick – Muita responsabilidade. A maior que um jogador pode ter. Mas nossa vida exige encarar isso. Um jogador de alto nível não pode escolher quando vai ganhar. Tem que querer e estar preparado pra ganhar sempre.

 

R7 – Como é para você dividir essa responsabilidade de representar o Brasil ao lado do Neymar?

 

Endrick – Somos um grupo que vai se unir com a responsabilidade de representar o Brasil. Não é divisão, é união. Vamos ter 11 em campo, sempre, mas 26 jogadores dando o máximo o tempo todo.

 

R7 – A sua transferência para o Lyon te ajudou muito a ser convocado para a seleção brasileira. O que você espera da volta ao Real Madrid?

 

Endrick – Espero sempre um novo desafio. Sempre uma tarefa. Se esperar qualquer outra coisa, não vou ganhar. O que eu quero, tenho que buscar. Tenho que conquistar. Minha carreira nunca teve espera. Só teve busca.

 

R7 – O Brasil vem sofrendo com a falta de camisas 9. Você acredita que pode conseguir a titularidade ao longo da Copa e ganhar essa vaga como centroavante?

 

Endrick – Eu acho que nós temos muitos jogadores de alto nível nessa posição. Vários que não foram convocados podiam jogar a Copa por várias outras seleções. Pelo menos dez. Temos muitos. Essa é uma das posições mais disputadas do mundo. Até mesmo jogando no Brasil temos varios que já foram convocados, e muito bons.

 

R7 – Como é a sua relação com o Ancelotti e o que mais te agrada no trabalho do treinador?

 

Endrick – É muito boa. Não tem como não ser. Ele sabe como lidar com os atletas muito bem, conhece muito do jogo, sabe ensinar e interagir. Foi campeão em vários países. Tem uma experiência que ninguém tem. Ganhou tudo nos clubes, e como nós, quer a Copa.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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